Como Uma Indústria se Torna Uma Marca de Experiência

Em 1976, o engenheiro suíço Eric Favre inventou uma máquina capaz de prepaparar e servir café em doses únicas. A geringonça era feita com estrutura de metal e possuía tubos de gás comprimido para pressurizar o pó marrom escuro. Após a injeção de água quente, tcharan, estava pronto o cafezinho.

Pois mais bacana que pareça, naquela época, a invenção não teve resultados positivos e nem chegou a ser lançada no mercado.

Mas décadas depois, a evolução daquela máquina estava servindo o ator George George Clooney numa butique europeia – a marca já era um sucesso.

Sim, estamos falando da Nespresso, marca que fundou o mercado de café em cápsulas, com lojas em 80 países.

Ano passado, a Nestlé, dona da Nespresso, firmou um contrato de US$ 7,15 bilhões com a Starbucks para levar sabores da marca americana para supermercados, restaurantes e lares de consumidores.

E o Brasil é um dos principais focos de atuação da marca. Ano passado, Jean-Marc Dragoli, diretor da Nespresso no Brasil, afirmou que o país está entre os dez maiores mercados consumidores.

Em 2017, o Brasil foi o primeiro lugar fora da Europa a receber uma fábrica de cápsulas de café em 2017.

Com investimentos de 220 milhões de dólares e instalada na cidade mineira de Montes Claros, a fábrica da Nestlé tem capacidade anual de produzir mais de 360 milhões de cápsulas da marca Nescafé Dolce Gusto.

Há pouco menos de um mês, a Nespresso inaugurou uma loja conceito na Oscar Freire, em São Paulo.

A ideia foi trazer uma experiência emocionalque aguça todos os sentidos.

O produto não são só as máquinas ou as cápsulas de café, mas também a decoração, o atendimento, o cheiro e os serviços.

No local haverá workshops de diferentes formatos, como aulas de harmonização e de características de grãos e tipos de torras.

E como uma empresa tradicional abre flancos no mercado para multiplicar seus lucros? Por mais óbvia que pareça, a resposta é inovação.

No Brasil, o time de inovação da empresa é recente – tem apenas quatro anos. Mas as invenções estão a todo vapor.

Em conjunto com as equipes de análise de dados e de e-commerce, o time de inovação integra o departamento de Transformação Digital da Nestlé.

Sob a área, pesa a responsabilidade de fazer com que uma indústria de quase 100 anos em operação no Brasil se reinvente por meio de serviços, conveniência e experiências para o consumidor.

“Os consumidores estão rejeitando fricção desnecessária e perda de tempo”, afirma José Pereira Junior, líder de inovação da Nestlé Brasil, que participou de uma palestra na Campus Party 2019. “Isso é facilmente percebido, por exemplo, com o crescimento dos serviços financeiros digitais no país.”

VENDA MAIS DO QUE MERCADORIAS

O executivo explica que consumidor não para e pensa “isso é um serviço e isso é um produto industrial”. Ele só quer que a marca entregue uma boa experiência.

Recentemente, a empresa iniciou um projeto piloto, da marca Nescau, para diminuir o confinamento em casa e uso excessivo de telas por crianças.

Batizado de Jogadeira, o programa consiste num serviço de recreação em condomínios – tudo agendado pela internet. Ao mesmo tempo que expande a atuação da marca Nescau, que tem o slogam “Energia que dá gosto”, e fomenta brincadeiras entre as crianças, todo lucro do serviço é destinado a organização social Gerando Falcões, que constrói quadras esportivas em comunidades carentes.

Ou seja, um projeto que, à primeira vista, poderia estar bem longe do negócio principal da empresa, consegue gerar lembrança de marca e impacto social.

O Jogadeira nasceu dentro do programa de intraempreendedorismo da Nestlé.

Fundado ano passado, a iniciativa surgiu após a companhia entender as competências que existiam dentro do negócio, quais teriam que buscar fora e quais ainda eram desconhecidas.

Chamado de iNova, o programa reúne funcionários que trabalham sob a metodologia Squad, que é a formação de equipes multidisciplinares – com pessoas de diferentes áreas.

Essas equipes precisam resolver desafios de negócios, baseada em demandas dos consumidores, para criar produtos e serviços inovadores.

São realizados encontros com consumidores antes e depois da criação de protótipos, que nascem em modelos digitais e depois são materializados em produtos de verdade, com sabor, textura e cores, em embalagens feitas em impressoras 3D.

Um serviço que nasceu de um squad foi a oferta de caixas de bombons com quantidade e sabores de itens personalizados – dá para montar, por exemplo, uma caixa apenas Chokitos.

A embalagem da caixa também pode ser customizada com cores e desenhos à gosto do cliente. Todo o processo é feito pelo e-commerce da marca.

DADOS

Para conhecer a fundo o consumidor, a Nestlé do Brasil tem utilizado tecnologias de análise de dados, Big Data e algoritmos. Há um time de 30 pessoas dedicado a obter conhecimento útil no oceano de informações que é gerado na internet.

A equipe tem a sua disposição mais de 100 bases de pesquisa.

Com a tecnologia, já é possível esmiuçar tendências, prever comportamentos e medir o nível de adoção das inovações.

O produto Nescau foi um dos que foi reformulado com base em dados e pesquisas. O desafio era diminuir a quantidade de açúcar. Num primeiro lançamento, o Nescau 3.0, houve redução 33% de açúcar e foi adicionado fibras a nova fórmula.

Um ano depois, o mesmo projeto resultou no lançamento do Nescau Max Cereal, primeiro achocolatado que não possui açúcar pois é feito com extrato de cereais, que adoça naturalmente. A novidade é resultado de três anos de pesquisa e desenvolvimento, com um investimento de cerca de R$ 26 milhões.

Os dados também são usados para nortear a atuação das 19 startups que estão sendo aceleradas no Programa Scale Up Endeavor Alimentos e Bebidas, que a Nestlé mantem em parceria com a empresa especializada em empreendedorismo de impacto Endeavor.

“Fazer o programa com a Endeavor é bem melhor do que sozinho porque a consultoria faz com mais conhecimento, menos custos e muito mais rápido”, diz Junior.

A iniciativa é patrocinada em conjunto com a Ambev. Entre as participantes estão startups voltados ao conceito de farm-to-table (da fazenda para a mesa), produção orgânica, refeições por assinaturas e segurança alimentar.

Fonte: ACISA

Indústria Paulista Gera 500 Postos de Trabalho em Março, Aponta FIESP

No 1º trimestre foram geradas 12 mil novas vagas

A geração de emprego na indústria paulista ficou praticamente estável em março, com a criação de 500 vagas, variação positiva de 0,03%, na série sem ajuste sazonal e negativa de -0,44% feito o ajuste. No encerramento do 1º trimestre, as novas contratações somaram 12 mil novos postos de trabalho, abaixo dos 22 mil computados no mesmo período de 2018, mas próximo do resultado de 2017 – positivo em 12,5 mil novas vagas. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (16/4) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

“O resultado do mês e do trimestre está abaixo das nossas expectativas. Para que tenhamos 10 mil novos postos em São Paulo em 2019, é preciso melhorar muito o nível de contratação”, disse José Ricardo Roriz Coelho, 2º vice-presidente da Fiesp.

Um clima mais chuvoso para essa época do ano é apontado como uma das causas a influenciar na baixa contratação de pessoal nas usinas de cana de açúcar. “No ano passado, a gente não tinha mais chuvas nessa época. Tínhamos um clima mais favorável para moagem”, observa Roriz.

Desempenho por setores

Entre os setores acompanhados pela pesquisa, 55% apresentaram variações negativas, com 7 contratando, 12 demitindo e 3 permanecendo estáveis.

Os principais destaques ficaram por conta do segmento de produtos alimentícios, com geração de 1.733 vagas; coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (844) e produtos têxteis (225).

No campo negativo ficaram, principalmente, máquinas e equipamentos (-525); produtos de metal, exceto máquinas e equipamento (-514) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-311).

A pesquisa apura também a situação de emprego para as grandes regiões do Estado de São Paulo e em 37 Diretorias Regionais do Ciesp. Por grande região, a variação em março recuou -0,54% na Grande São Paulo (inclusive ABCD), no ABCD (-0,57%) e subiu 0,23% no Interior.

Entre as 37 Diretorias Regionais, houve variação nos resultados. Nas 12 que apontaram altas, destaque por conta de Santa Bárbara D’Oeste (0,97%), com geração de 150 vagas, influenciada por produtos têxteis (0,93%) e produtos de metal (4,76%); Ribeirão Preto (0,92%), com a criação de 600 postos de trabalho, por produtos alimentícios (2,14%) e máquinas e equipamentos (1,45%).

Já das 22 negativas, destaque para Presidente Prudente (-1,88%), com o fechamento de 800 vagas, por produtos alimentícios (-4,26%) e couro e calçados (-2,54%) e São Paulo (-0,81%), baixa de 2.850 postos, por produtos alimentícios (-3,79%) e confecção de artigos do vestuário (-1,89%).

Fonte: Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

Indústria de metais, minerais não-metálicos e produtos

O Brasil possui um parque produtor de Aço composto por 29 usinas. A capacidade instalada corresponde ao dobro do consumo interno. Assim sendo, há foco claro em exportações. A produção nacional flutua de acordo com o momento econômico mundial, e está há 6 anos variando entre 33 e 36 milhões de toneladas por ano. Porém, as exportações vêm crescendo, atingindo a 6ª posição no mundo.

Os dois setores da indústria que mais absorvem a produção são Construção Civil e Automotivo. Isso gera a necessidade de especialização em ligas específicas e processos de conformação diferenciados.

O consumo de aço vem se mantendo constante nacionalmente em função das obras de infraestrutura presentes no país e com planejamento até, pelo menos, 2020.

Nos metais não ferrosos, o Alumínio possui destaque, com crescimento nos últimos 15 anos à taxa de 3,9% a.a., motivado pela ampliação da utilização do mesmo (substituição de materiais – conformação) e pela reciclagem, especialmente de embalagens. O Brasil é recordista mundial em recuperação de latas de alumínio, sendo que a cada 1000 unidades vendidas, apenas 20 não são recicladas.

zinco, material essencial para a produção de aços inoxidáveis e no processo de galvanização, que, por sua vez, são críticos em diversas aplicações, possui cadeia bastante polarizada em São Paulo. Atualmente, não há empresas capacitadas neste processo nas regiões Centro Oeste e Norte.

Migrando para a classe das cerâmicas, o mercado mundial de Vidros sofreu retração ao final da década de 90 pela substituição de produtos por plástico. No início do milênio, com a aceleração econômica e o crescimento da construção civil, o mercado nacional reaqueceu, crescendo a taxas próximas ao PIB (3%a.a.), tendência que deve ser manter, de acordo com a Associação Técnica Brasileira Das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro). Porém, atualmente há ótimas oportunidades no ramo da reciclagem, com forte apelo comercial ao fato do vidro ser 100% reaproveitado, diferentemente de outros materiais em que há uma série de restrições sanitárias relacionadas à reutilização dos mesmos.

O mercado de cimento acompanha em linha as tendências da construção civil, com destaque especial para o nível tecnológico da indústria nacional, considerada uma das mais modernas do mundo. Isso se reflete em aplicações do cimento brasileiro não somente em edificações, mas também em aplicações técnicas e de engenharia, como alto fornos, por exemplo. Tudo isso, torna o produto do Brasil atrativo para exportação.

Também, muito atreladas ao setor da construção e ao aumento do poder de compra, estão as Cerâmicas de Revestimento, Sanitárias, Decorativas e outras.

Fonte: Portal CNI

Como o humor pode te ajudar no mundo corporativo?

Olá meu amigo empresário, como vão as coisas? Quero começar dizendo que esse artigo foi feito para você e toda sua empresa. Cada um de sua equipe tem a permissão e o dever de absorver esse conhecimento! O bom humor e até o improviso (o famoso jogo de cintura) devem fazer parte do checklist obrigatório do ser humano de sucesso.

Vamos começar explicando porque esse bom humor e o improviso são guias para o sucesso. Para isso, vou te contar uma breve história!

Fulano, o “pior” aluno da escola:

Em toda sala de aula existe aquele aluno que não se encaixa nos padrões impostos pela coordenação. A sala da diretora é sua segunda casa, a provas o incomodam, a sala de aula é uma prisão e era nela que acontecem seus maiores feitos…

Os professores já se acostumaram, qualquer frase fazia com que uma piadinha saísse lá do fundo da sala. Não havia o que fazer para “consertar” o comportamento desse aluno…Mas uma coisa espantava, suas notas eram incrivelmente boas.

Eliana, a professora de filosofia até tentou uma vez:

– Se você fizer mais uma piada na minha aula, pode me esquecer!!

– Quem é você?? Respondia o aluno com cara de deboche.

Por incrível que pareça, era impossível não gostar daquele aluno… Todas as crianças e professores sentiam-se bem perto dele. Pessoas se apaixonavam e ele conseguia atrair atenção em todos os momentos. Ele era sempre o escolhido do grupo para apresentar os trabalhos com aquele PowerPoint mal feito de fonte Comic Sans (e todos conseguiam entender). Era visível uma vocação fora dos padrões impostos, alguns professores só fingiam ser cegos…

Hoje, Fulano trabalha criando, é profissional requisitado em marketing de conteúdos, é especialista em técnicas criativas e o completo conhecedor de SEO (Search Engine Optimization. Se você não entendeu, quer dizer que é algo difícil de ser especialista). Enfim, Fulano é um profissional completamente realizado! Ele teve sucesso fugindo dos padrões e buscando otimizar seus processos com a criatividade, o jogo de cintura e o HUMOR.

Esse Fulano sou eu!

Como a história de Fulano deixa claro o quanto o Humor e o Improviso nos ajudam no mercado?

Bem, é muito simples! Características padrões impostas pela escola não são guias para o sucesso. A escola não te ensina a ter sucesso no mercado. Na verdade, ela te ensina o contrário. O método tradicional te ensina a viver em uma caixinha!

Na minha opinião, o que constrói um bom desenvolvimento profissional são RELACIONAMENTOS. É o princípio básico do sucesso, você precisa fazer bem e proporcionar bons momentos para seu público e para sua equipe! E o bom humor, a criatividade estão aí, na construção imagética e sensorial de bons momentos.

Posso listar os benefícios do bom humor para diversas situações:

1- Ele faz com que te ouçam:

No artigo da semana passada, contei um pouco sobre o quanto o exagero e as informações fora do padrão chamam atenção. E o humor é uma ferramenta extremamente útil nessa situação!

A quebra dos padrões e a fuga do banal pode causar o riso. E essa reação é a primordial da comédia. Aquilo prende atenção.

O riso proporciona liberações químicas prazerosas e o ser humano precisa delas. Faça rir e seja ouvido e compreendido!

2- O humor ajuda no reconhecimento de equipe:

A integração e a redução de diferenças de status são proporcionadas por momentos rodeados por humor. É cientificamente comprovado! Nós somos movidos por sensações e a sensação de prazer torna a convivência coletiva muito mais agradável.

Ninguém aguenta o Roberto do RH, aquele cara ranzinza e de cara fechada. Onde ele chega as pessoas correm. Já o Pablo contagia o ambiente com gargalhadas. O café e as reuniões se tornam mais leves.

Percebe? Pequenos momentos se tornam diferentes quando são tratados com outras abordagens! Uma conversa de elevador (reconhecida por mim como a situação mais constrangedora e desagradável da história humana) pode ser divertida quando é envolta de bom humor.

Não digo também para você forçar aquelas piadas de tiozão que irritam. É preciso sentir o momento e trazer formas irreverentes de fazer rir! (sem piadas de pavê, por favor!)

3- O humor desenvolve a confiança:

Além de desenvolver o ideal de equipe, o humor consegue trazer a confiança.

É praticamente o mesmo princípio químico dos tópicos anteriores. Hormônios liberados com o riso e o prazer, estão diretamente ligados com o desenvolvimento da confiança. Seu corpo não diferencia. São fatores puramente biológicos!

Passamos a confiar mais em pessoas próximas e o humor nos aproxima. E esse contato é a chave do acreditar e apoiar em cada decisão. Líderes com bom humor tendem a ter uma equipe muito bem alinhada.

4- Agora chega!

Eu poderia listar inúmeras melhorias e mudanças que o bom humor pode causar em sua carreira e em sua empresa, mas isso só tornaria o artigo robusto (ou até chato) … A ideia aqui é te mostrar que boas relações e desenvolvimento profissional se conquistam com a inovação, a criatividade, jogo de cintura e o bom humor.

Não basta só ser o melhor com aquela tecnologia, ser o profissional mais expert em uma ferramenta. Você precisa de pessoas do seu lado! Relações movem até as placas tectônicas, não seria diferente com sua carreira. Comece a trazer esse tipo de ideal para seu mindset e perceba acontecer! (depois conte-me como conseguiu)

Por Kadu: Gestor de Contéúdos da Nucont

Centaurus avança em múltiplos projetos no Brasil

Com uma gama abrangente de projetos em trens, a Centaurus Metals Ltd (ASX: CTM) tem gerenciado ativamente seu portfólio. Recentemente, ele desinvestiu o Projeto Conquista de Minério de Ferro no Brasil, com o objetivo de se concentrar na exploração de metais preciosos e de base na Província Mineral de Carajás, de classe mundial, na região norte do Brasil.

No entanto, a empresa mantém um forte interesse no minério de ferro através do Projeto Jambreiro pronto para escavação, localizado no sudeste do Brasil.

O projeto está licenciado para 3 milhões de toneladas por ano de produção úmida, representando um ativo estratégico no setor brasileiro de minério de ferro e aço, particularmente com o preço premium que existe no mercado de minério de alto teor (+ 65% Fe).

A Jambreiro tem capacidade para produzir esse minério, e a administração está em processo de análise de dados com vistas a estabelecer métricas de capital e despesas operacionais que possam apoiar as discussões da joint venture.

No entanto, nesse ínterim, a empresa manterá seu foco na exploração de metais básicos na província de Carajás.

O Projeto de Níquel Cobalto Itapitanga da Centaurus, o Projeto Ouro-Cobre de Salobo Oeste e o Projeto Pebas Copper-Gold estão todos localizados na Província Mineral de Carajás, considerada uma das principais regiões de mineração do mundo.

A região de Carajás também abriga vários projetos de níquel-cobalto de grande tonelagem de classe mundial, incluindo a mina de níquel de Onça-Puma e o projeto Jacaré de níquel-cobalto, além de alguns dos melhores depósitos de minério de ferro do mundo em S11D e Serra Norte.

As ações da Centaurus aumentaram mais de 30% no final de novembro, quando a empresa assinou um contrato de joint-venture vinculante em relação ao Projeto Níquel-Cobre de Itapitanga, no norte do Brasil.

Sob o acordo com a empresa líder em processamento de metais para baterias, Simulus Group, ela tem o direito de ganhar até 80% do projeto em etapas transportando a Centaurus através de toda a exploração, avaliação de recursos e processo de viabilidade até a decisão de minerar e organizar financiamento para o projeto.

Esse é um desenvolvimento importante para o grupo, já que o acesso a financiamento para projetos de exploração é muitas vezes um obstáculo para empresas menores.

O tamanho e a escala dos projetos em Carajás resultaram em investimentos significativos em infraestrutura essencial para a região, o que proporcionará benefícios à Centaurus à medida que ela procura expandir seus negócios no Brasil.

Uma amostra de 40 toneladas de mineralização de níquel e cobalto está sendo enviada do local de Itapitanga para Perth, Austrália Ocidental, para ser operada através da fábrica de demonstração Simulus, a maior do gênero no hemisfério sul.

A amostra global fornecerá uma amostra de minério suficientemente grande e representativa para a otimização do fluxograma do estudo de viabilidade a ser realizada, permitindo que o fluxograma atualmente sendo proposto pelo Simulus seja confirmado e os dados de projeto de engenharia necessários sejam coletados.

O programa da planta de demonstração também fornecerá sulfatos de cobalto e níquel e amostras de óxido de escândio de alta pureza e alumina de alta pureza para fins de marketing e negociações com possíveis parceiros.

O processo de coleta de amostras também proporcionou aos parceiros uma oportunidade de realizar uma avaliação preliminar do processo de escavação para qualquer mineração futura, juntamente com estudos iniciais de lençol freático para avaliar a qualidade e a disponibilidade da água no local próximo a vários locais potenciais da planta.

Com base no trabalho de trincheira concluído que atingiu cerca de 10 metros de profundidade, espera-se que a maior parte do minério de níquel-cobalto de alta qualidade seja escavada livre da superfície.

As informações do ensaio da abertura de valas fornecerão suporte adicional para a estimativa inicial de recursos do JORC para o projeto em um futuro próximo.

Com uma carteira tão grande de projetos, é provável que haja um fluxo de notícias importante, abrangente e regular ao longo de 2019, e isso tem o potencial de fornecer o momentum do preço das ações.

Fonte: O Petróleo

Petrobras inicia produção da plataforma P-67 no Campo de Lula no pré-sal da Bacia de Santos

A Petrobras informa que iniciou hoje, com os seus parceiros do Consórcio BM-S-11, a produção de petróleo e gás natural, por meio da plataforma P-67, na área de Lula Norte, no pré-sal da Bacia de Santos. Com capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até 6 milhões de m³ por dia de gás natural, esta é a nona unidade instalada no bloco BM-S-11, em linha com o Plano Estratégico da companhia.

A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás), está localizada a aproximadamente 260 km da costa do estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2.130 metros, e irá produzir por meio de nove poços produtores, além de estar interligada a seis poços injetores. O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.

Campo de Lula

Atualmente, o campo de Lula (jazidas de Lula e Cernambi) é o maior produtor do país e deverá atingir em 2019 a marca de 1 milhão de barris de petróleo produzidos diariamente, em menos de uma década desde o início de sua produção comercial, que ocorreu em outubro/2010.

Além da P-67, as outras plataformas em operação no bloco são: FPSO Cidade de Angra dos Reis (Piloto de Lula), FPSO Cidade de Paraty (Piloto de Lula Nordeste), FPSO Cidade de Mangaratiba (Iracema Sul), FPSO Cidade de Itaguaí (Iracema Norte), FPSO Cidade de Maricá (Lula Alto), FPSO Cidade de Saquarema (Lula Central), P-66 (Lula Sul) e P-69 (Lula Extremo Sul).

O campo de Lula está localizado na concessão BM-S-11 operada pela Petrobras (65%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. (25%) e a Petrogal Brasil S.A.(10%).

Fonte: O Petróleo

Bahiagás apresenta as possibilidades do gás natural em Vitória da Conquista

Na última quinta-feira (31/01/19), a Companhia de Gás da Bahia – Bahiagás promoveu o evento Gás Natural em Vitória da Conquista – Estudo de Viabilidade Técnica, no auditório da Faculdade Independente do Nordeste (Fainor). O encontro, voltado para autoridades, empresários e comunidade do município, apresentou as formas de levar o gás natural e possibilidades de uso do energético na cidade.

Na primeira parte da apresentação, o diretor-presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, fez uma explanação sobre a Companhia, mostrando o histórico, a forma de atuação, diretrizes estratégicas e segmentos de consumo do gás natural.

Num segundo momento, o gestor abordou as formas de levar o gás natural ao consumidor. Conforme apresentou Gavazza, o energético pode ser fornecido por meio de gasodutos físicos (rede de tubos) ou dos gasodutos virtuais, como é chamado o transporte de gás natural por meio de carretas. Nesta segunda opção, o gás é transportado como gás natural comprimido (GNC) ou gás natural liquefeito (GNL).

Segundo explicou Gavazza, neste primeiro momento, o fornecimento por meio de gasoduto virtual pode ser a opção mais viável para levar o gás natural a Vitória da Conquista. Desta forma, evitaria os gastos e o tempo necessários para a construção de um gasoduto físico e atenderia à demanda do mercado da mesma maneira.

Fonte: Portal “O Petróleo”

Não deixe sua empresa morrer – O Undertrading

Vou começar o artigo de hoje de uma forma diferente. Estamos cansados de ouvir e ler materiais idênticos. Meras cópias feitas como material de auto ajuda… Tornarei esse um dos textos mais sinceros dessa coletânea sobre as doenças financeiras! Não precisamos do mesmo, precisamos do NOVO, daquilo que vai mudar nosso Mindset e nossa forma de enxergar o mercado!

As doenças financeiras atingem milhares de empresários e acabam com inúmeras empresas. Não somos mais do mesmo, sua empresa é diferente e você É um empresário diferente (podemos “humildemente” dizer que somos melhores!)! Estudando, lendo e adquirindo conhecimento, você faz parte da mudança! Vamos nos guiar para o sucesso e o conteúdo desse texto fará parte da sua estante de problemas que passaram longe da sua empresa!

Estudando por essa coletânea você vai conseguir evitar que sua empresa caia nas estatísticas! Sua empresa não será uma das prematuramente falecidas!

Você lembra do nosso cronograma? Vou retomar para te lembrar o que já aprendeu e o que ainda falta:

(14/11) – INSOLVÊNCIA FINANCEIRA

(21/11) – OVERTRADING

(28/11) – UNDERTRADING

(05/12) – EXCESSO DE ENDIVIDAMENTO

Como você já viu, nosso tema de hoje é o Undertrading. Fique tranquilo, apenas os nomes são estrangeiros, a explicação vai ser simples, objetiva e em português!

O que é o Undertrading?

Lembra do Overtrading? As vendas crescem, mas o Patrimônio Líquido não, ou ele cresce em um percentual menor do que o crescimento das vendas. Ou seja, é o excesso de vendas frente ao crescimento do Patrimônio Líquido. A empresa vendia muito e não tinha rendimento suficiente para se pagar, para quitar suas obrigações.

O Undertrading é o contrário disso! Representa baixo crescimento das vendas frente ao crescimento do Patrimônio Líquido, o que indica poucas vendas com margens inadequadas. Enquanto no Overtrading a margem praticada é baixa e insuficiente para sustentar a operação, no Undertrading a empresa pode ter pecado no excesso de margem, colocando à venda um produto ou serviço considerado caro pelo seu público, resultando em baixas vendas.

De uma forma simplificada, o empreendedor está trazendo um preço que seu nicho não tem capacidade de comprar. Ele está caro!

Ah, uma outra forma de sofrer com o Undertrading pode vir de um alto aporte de capital dos sócios ou de investidores! O aumento do Patrimônio Líquido aconteceu, porém não foi ocasionado pelo lucro gerado pelas vendas.

Quais as causas do Undertrading?

•Suas vendas estão abaixo da capacidade suportada:

As vendas são baixas quando a empresa possui capacidade estrutural, de pessoas e de maquinário para vender em uma estimativa muito maior do que a que vem sendo praticada.

• Aconteceu um aumento da concorrência:

Quanto mais concorrência houver no mercado, maior é a chance de ocorrer competição por preço e, assim, os consumidores passam a não aceitar a comprar aquele produto por um preço considerado caro por eles.

• Seu preço de venda é pouco competitivo:

A formação do preço de venda é baseada nos custos fixos e variáveis, nas despesas, nos impostos e na margem. Porém, um fator extremamente relevante para compor o preço de venda é o entendimento de quanto os consumidores, de fato, estão dispostos a pagar por aquele produto. Não adianta montar um preço de venda de R$ 50, se o mercado normalmente paga R$ 10 pelo mesmo produto.

• Pouca diferenciação do produto:

Produtos considerados “comoditizados”, ou seja, aqueles que possuem pouca diferenciação, tendem a entrar na guerra de preço. Portanto, se o produto ou serviço não possui uma clara percepção de valor pelo cliente, ele não estará disposto a pagar mais caro por ele.

• Investimento no Patrimônio Líquido:

Empresas que acabam de receber aporte de capital, seja dos sócios ou de investidores, tendem a operar em undertrading nos primeiros meses. O aumento do PL é imediato com a integralização do capital, porém o aumento das vendas não cresce na mesma proporção, porque esta ocorre de forma mais gradual.

Como tratar o Undertrading?

Existem algumas estratégias para tratar sua empresa diagnosticada com o Undertrading. Vou aqui listar algumas delas:

1• Criar Estratégias de aumento das vendas:

. Diminuir do preço de venda: diminuir o preço de determinado produto ou serviço tendo um prejuízo acumulado na empresa é sempre complicado, mas nesse momento precisamos pensar em formas de intensificar as vendas e o que é mais barato sai mais rápido.

. Diminuir margem: “Ok, a empresa está com prejuízo e a solução é diminuir a margem?” Pode parecer contrassenso, mas nesse momento precisamos de VENDER MAIS, precisamos de quantidade, de volume de vendas e uma solução é vender mais com menos margem!

. Fazer promoções, campanhas, descontos: é hora de botar na vitrine: “super liquidação, tudo com 50% de desconto”. Precisamos desovar estoque e aumentar o nosso saldo de caixa.

. Mix de produtos/serviços: se o produto ou serviço está com pouca saída, este é o momento de inovar e introduzir um tipo de valor agregado ou até mesmo um novo produto ou serviço.

2• Reduzir retirada dos sócios:

. Se a empresa está com baixas vendas, não dá para manter a mesma retirada de quando a empresa faturava mais.

3• Diminuir estoque:

. Se a empresa tiver feito um dimensionamento errado de suas vendas e está mantendo um robusto estoque, é preciso desová-lo para podermos diminuir o custo dessa armazenagem.Nesse caso, são válidos descontos, promoções e liquidação para se desfazer do excesso.

4• Redimensionamento do investimento

. Rateio de áreas: Se a empresa tiver recebido investimento de sócios ou investidores em seu PL e mesmo assim as vendas permanecem baixas, uma estratégia é dedicar um percentual do investimento para cada uma das áreas da empresa: vendas, marketing, financeiro, produto, etc., para que o dinheiro não esteja sendo gasto de forma desenfreada sem alcançar o resultado desejado.

Viu só? Às vezes aquilo que você acreditava ser sua salvação, a chave do seu sucesso, pode ser a assinatura do contratado de falência. Não deixa que a falta de conhecimento acabe com seu sonho! Um empreendedor não deve por obrigações ser tomado por conhecimento financeiro. Seu deve é estar alinhado com profissionais capacitados e que detenham esse tipo de conhecimento!

Um problema não tão grande, pode tirar sua noite de noite! Não deixe que pequenas questões (com soluções ainda menores) acabem com seu sonho.

Fonte: Nucont

Primeira parcela do 13º salário deve ser paga até dia 30

Termina no próximo dia 30 (sexta-feira) o prazo para o pagamento da primeira parcela do 13º salário de 2018. Nas localidades onde for feriado, como o Distrito Federal (que comemora o Dia do Evangélico), a gratificação deve ser paga até o dia 29. A data limite para a segunda parcela é 20 de dezembro.

Para este ano, a previsão é de que 84,5 milhões de pessoas recebam o 13º salário, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). São 48,7 milhões de trabalhadores ativos e 35,8 milhões de aposentados e pensionistas. A instituição estima que R$ 211,2 bilhões sejam injetados na economia (R$ 139 milhões dos empregados formais ativos). O valor médio do benefício é de R$ 2.320 por pessoa.

O 13º salário tem natureza de gratificação (gratificação natalina) e está previsto na Lei 4.749/1965. A determinação é de que o benefício seja pago em duas vezes e que a primeira parcela seja quitada entre 1º de fevereiro e 30 de novembro.

Quem recebe – Todo trabalhador que atuou por 15 dias ou mais durante o ano – e que não tenha sido demitido por justa causa – tem direito à gratificação. Quem se desligou da empresa deve receber pagamento proporcional ao período trabalhado.

Com a modernização trabalhista, é proibido que convenção e/ou acordo coletivo de trabalho suprimam ou reduzam o 13º salário. Para os contratos intermitentes, o empregado recebe também o proporcional, mas ao final de cada prestação de serviço.

Atraso – Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria. A empresa que não fizer o pagamento no prazo pode ser autuada por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho e pagar multa pela infração.

O pagamento da primeira parcela pode ocorrer também por solicitação do próprio trabalhador, por ocasião das férias. Neste caso, o empregado deve fazer o requerimento por escrito ao empregador até janeiro do mesmo ano.

Fonte: Legisweb

As grandes doenças das empresas: Como evitar que sua empresa morra? Parte 2 – OVERTRADING

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 56% das empresas no Brasil têm uma vida útil de 5 anos. Preocupante não é mesmo? Sabe qual o principal causador dessa fatalidade que atinge o empresário e uma grande parte da população empregada? Doenças empresarias, causadas por algo muito comum:

A má gestão! E ela será um ponto muito importante deste artigo!

Estou, durante essas semanas, trazendo uma coletânea de artigos que listam algumas das grandes doenças das empresas. Apontarei alguns dos cânceres que abalam os alicerces das empresas e as levam à falência:

(14/11) – INSOLVÊNCIA FINANCEIRA

(21/11) – OVERTRADING

(28/11) – UNDERTRADING

(05/12) – EXCESSO DE ENDIVIDAMENTO

Hoje, na segunda semana, trataremos do Overtrading!

O que é o Overtrading?

Overtrading é o excesso de crescimento de vendas frente ao crescimento do Patrimônio Líquido. As vendas crescem, mas o Patrimônio Líquido não, ou ele cresce em um percentual menor do que o crescimento das vendas.

 

Fácil, não? Obviamente não! Vou tentar facilitar um pouco.

Simplificando vamos trazer o conceito de patrimônio líquido:

O patrimônio líquido é o resultado da diferença entre os valores do ativo e do passivo de uma entidade. Por exemplo: Se você tem um ativo (bens e direitos) de R$ 200.000,00 e um passivo (obrigações) de R$ 100.000,00, o seu patrimônio líquido é de R$ 100.000,00.  Viu só? Com essa explicação, o conceito de Overtrading fica mais simples de ser entendido!

 

De uma forma mais didática, o Overtrading acontece quando uma empresa vende muito e utiliza margens inadequadas, que não geraram lucro suficiente para sustentar o negócio. Agora sim!

 

Muitos empresários acreditam que vender mais pode salvar uma empresa da falência. Isso é em muitos casos a própria causa da falência!

Em uma situação de dificuldade financeira, é muito comum os sócios da empresa optarem por uma estratégia de aumento das vendas, oferecendo descontos, promoções e prazos mais atraentes para os consumidores. Se a estrutura de capital de giro da empresa não suportar esse aumento das vendas, a empresa tende a entrar em insolvência financeira (Não perderemos tempo com essa explicação! Caso tenha alguma dúvida, o artigo anterior descreveu e trouxe possíveis soluções para a Insolvência).

Além do excesso de vendas, alguns outros pontos podem levar ao Overtrading.

Trarei aqui algumas causas e suas possíveis soluções:

Causas X Soluções:

Causas:

 

 

Formação inadequada do preço de venda:  O pequeno empresário, na maioria das vezes, tem aquela velha visão: “comprei a mercadoria por $10, vou vender por $20 e aí eu vou ter 100% de margem, certo?”. Errado, claro. Preço de venda precisa necessariamente abranger as seguintes variáveis: custos fixos e variáveis, despesas, impostos e margem. Acontece que quase sempre o empreendedor desconhece qualquer um desses itens.

 

  • Retiradas de sócios acima da capacidade de caixa: OOvertrading também é causado pela baixa variação ou variação negativa do Patrimônio Líquido, o que pode significar retiradas excessivas de um sócio para manter seu padrão de vida incompatível com a situação financeira da empresa.

 

. Mistura de contas da empresa com contas pessoais: O conceito de DESPESA é muito claro: todo gasto necessário para GERAR RECEITA para a empresa! O que não gera receita, não deveria ser uma despesa. Por isso, seu novo IPhone ou aquela viagem para Argentina parcelada no cartão de crédito da empresa contribui para comprometer o lucro da empresa.

Soluções:

 

 

  • Corrigir preço devenda: É o momento de conhecer melhor a estrutura de custos, despesas e o conceito de margem de contribuição da empresa.

. Mix de produtos/serviço: se o produto que sua empresa vende é pouco diferenciado no mercado e existe uma alta concorrência, é hora de introduzir um novo produto ou agregar um serviço mais premium, onde se permita inserir uma margem mais alta.

 

  • Reduzir retirada dos sócios:É preciso fazer um estudo da situação financeira dos sócios: qual é o padrão de vida que você e seu sócio estão mantendo enquanto a empresa está quebrando? Definitivamente é o momento de conter gastos supérfluos.

 

. Retirar gastos próprios feitos dentro da empresa: 

. Dos sócios: sua empresa precisa aumentar o seu PL (olha o patrimônio líquido novamente) para regularizar sua estrutura de balanço.

. De investidores: empresas com um bom planejamento e boas perspectivas de mercado podem correr atrás de investimentos para estabilizar o excesso de vendas a preços baixos.

Viu só?! Novamente percebemos aquele ponto que citei no artigo anterior e no início deste: A má gestão.

Muitos empresários não criam uma estrutura intelectual básica para o desenvolvimento e o sucesso de suas empresas. É necessária uma visão estratégica de seu negócio. Nenhum empresário desorganizado, que mistura gastos próprios com os de sua empresa, que não contrata profissionais capacitados para alertá-lo de qualquer irregularidade, tem sucesso.

Conclusão:

Esteja atento a cada movimentação de sua empresa! Não esqueça que cada detalhe pode fazer com que a falência bata sua porta.

 

Tenha sempre profissionais qualificados ao seu lado! Uma boa gestão não depende só de você. Um bom empreendedor é também aquele que consegue fazer contratações fora do comum! Escolhe bem seus funcionários e profissionais que atuam ao seu lado (contadores, consultores, etc).

 

Comece hoje mesmo a olhar para sua empresa com uma visão diferenciada!