Pão com ovo: Porquê inovar, não precisa ser tão complicado.

Há poucos meses, entrei em um bistrô/padaria para tomar um café. Um modelo de negócios super comum, certo? ERRADO.

A primeira coisa que eu observei foi a simpatia e educação do funcionário que me atendeu logo na porta e me conduziu até a mesa, ao sentar ele se apresentou, assim como a empresa, me questionou se eu já conhecia a “casa”, se já havia participado do “brunch” deles e como era o meu café da manhã normalmente.

Em seguida, sugeriu um prato que se encaixava perfeitamente ao que eu desejava e disse que era um dos mais vendidos da casa: “você não vai se arrepender!”.

Dito e feito. O prato era simplesmente um pão com ovo, mas o melhor que eu já comi e servido de uma forma surpreendentemente deliciosa.

Outra coisa que me chamou a atenção nesse local foi a forma como o cardápio era feito: totalmente customizável.

Eu podia escolher o pão, os acompanhamentos, incluir uma salada de frutas, enfim o meu café da manhã ficou exatamente ao meu gosto. A apresentação de todos os itens foi pensada com carinho e era perceptível.

Do potinho de requeijão à cestinha do pão. Perceba aqui que não estou falando de nada requintado, mas tudo extremamente bem pensado para que o cliente se sentisse bem cuidado.

E foi aí que pensei: que empresa inovadora!

Transformaram a minha experiência de um “simples café da manhã” em um “delicioso café da manhã”.

Porque inovar não precisa ser complicado, não precisa necessariamente envolver tecnologias, robôs, uma grande invenção ou ter a mente de um gênio como Steve Jobs.

Quando se pensa em negócios inovadores logo vêm à mente UBER, AirBnb, Spotify… ok! São mesmo modelos incríveis de disrupção, mas você não precisa revolucionar o mundo (sempre), você pode começar apenas olhando para dentro do seu próprio negócio, identificar seus pontos fortes e fracos, ouvir seus clientes e conhecê-los, acompanhar o desenvolvimento de todo o setor em que se está inserido.


Afinal desde a inovação mais sofisticada e revolucionária, até a mais simplista possível, a essência é a mesma: pensar soluções e experiências que atendam as expectativas dos seus consumidores.

“Mas por que inovar é tão importante? Eu sempre fiz assim e deu certo”. 


Pode ser, mas você tem que pensar que no mundo dinâmico e ávido por novidades em que vivemos hoje a sua empresa precisa estar atenta às tendências de mercado para que se mantenha atraente e sustentável ao longo do tempo e nesse futuro que já está tão próximo.

E se NÃO for pelo dinamismo do mercado, pense em como você pode reatribuir valor ao serviço e/ou produto que você possui. É tornar a sua empresa a inovação do mercado.

Você pode inovar na criação de produtos, na forma de entregá-los, como apresentá-los. 
Pode inovar na produtividade entregando maior agilidade. 
Pode surpreender criando uma nova metodologia para atender os seus clientes. 
Pode investir em tecnologia e ter dados para mais análises que te deixarão mais assertivo. 
Pode promover ações sustentáveis para eliminar o impacto ambiental da sua empresa. 
Pode criar uma campanha que gere engajamento dos seus clientes… 
Enfim, são infinitas as possibilidades.

Ações inovadoras aumentam a sua competitividade, fidelizam clientes, atraem novos clientes… ou vocês não ficaram com vontade de saber onde foi que eu comi esse pão com ovo?

Fazer o simples ser complicado é fácil. Fazer o complicado ser simples é criatividade. 

E o que você tem feito para inovar o seu negócio? Que tal começar pelo básico? Simplifique: faça o seu pão com ovo bem feito.

Por Vanessa Marconi 

Empreendedora & Gestora

Tenho lucro, mas não tenho caixa?

Por Gabriel Gandra do nucont.com

 

Imagino – com 99,99% de certeza – de que um dia, você fazendo as suas contas, ou em uma reunião com o responsável financeiro, com o seu contador, chegou-se a conclusão de que sua empresa estava dando lucro.

E aí, obviamente, você pensou: que ótimo! Estou no caminho certo!!

Provavelmente, pensou ainda de que agora poderia investir na melhoria do maquinário, fazer uma reforma no escritório, investir em um fundo de renda fixa ou até mesmo adiantar parcelamentos e/ou empréstimos existentes.

No entanto, na hora que você vai olhar no seu caixa, não há dinheiro disponível (caixa da empresa somado ao valor nos bancos).

E agora? Erro nos cálculos? Será que se esqueceu de alguma informação?

Esses problemas podem sim acontecer (você não está enganado em questionar)!

Mas, em muitos casos, esses dados não estão errados e o objetivo é entender o que está acontecendo!

 

Afinal, o que isso significa?

 

Ao evidenciarmos um lucro, mas não sermos capazes de vê-lo disponível significa que, sob a perspectiva do Regime de Competência*, o recebimento do pagamento dos seus clientes ainda não foi feito.

*Regime de Competência é quando as receitas e despesas são contabilizadas no momento em que acontecem, independentemente de pagamento ou recebimento.

Já o Regime de Caixa é no momento do recebimento em si, evidenciando diretamente o caixa atual da empresa.

Um exemplo: Você vende produtos eletroeletrônicos e há a possibilidade da venda à prazo (parcelamento). E você vendeu 05 produtos no mês de agosto parcelados em 06x.

Sob o Regime de Competência, o valor integral desses produtos já foi contabilizado e portanto, o lucro poderá ser evidenciado, sendo este, o lucro contábil.

Porém, esse lucro ainda não é uma realidade dentro do seu caixa, porque o dinheiro referente às essas vendas, ainda não foi recebido de fato.

Ou seja, temos um conflito de informação.

Sob uma perspectiva, o lucro é uma realidade (e não é uma mentira) e sob outra, olhando para a sua realidade – no que tange à existência desse lucro na sua conta bancária ou caixa da empresa – não é.

No entanto, o seu problema não está na perspectiva, mas sim, o que esse cenário causa no seus planejamentos e problemas cotidianos.

Analisando o problema a fundo

Antes de entrar mais a fundo nesse assunto, vamos entender mais como isso acontece.

Ao praticar vendas à prazo para os seus clientes, você demorará mais para receber o capital referente ao produto vendido/ serviço prestado.

Por consequência, caso a sua compra com os fornecedores seja feita antes do recebimento, precisará de capital para financiar a operação da sua empresa.

E ao fazer isso, corremos o risco de iniciarmos um ciclo vicioso.

Que começa com a não existência de capital para que o fluxo de operações ocorra. E termina com a busca por empréstimos e parcelamentos com juros altos, tendo a tendência ao endividamento e/ou dependência total desse capital externo.

Um outro cenário possível está relacionado com o elevado estoque.

Se a companhia possuir um elevado estoque – acima do consumível pela operação – evidencia que os caixas foram pressionados para a aquisição das mercadorias.

Ou seja, dinheiro foi retirado – em excesso – para a compra desse estoque.

E, mais uma vez, ainda que tais mercadorias sejam consumidas, ao longo do tempo, e portanto desconfigure esse cenário, a empresa durante certo tempo possuíra lucro, sem possuir caixa disponível.

Em ambos os casos, falamos da importância do alinhamento dos prazos médios para a sua empresa: Prazo Médio de Pagamento(PMP), Prazo Médio de Recebimento(PMR), Prazo Médio de Estocagem(PME).

Eles são fundamentais para que a firma não passe por complicações na sua operação, para que tenha lucro contábil e tenha caixa o suficiente para cumprir a sua operação e que tenha reserva de emergência para os problemas cotidianos.

 

Para entender melhor sobre esses prazos, temos um outro artigo que fala exatamente sobre eles: http://blog.nucont.com/prazos-medios-ciclos-e-capital-de-giro/

Conclusão

Esses efeitos são reversíveis.

A pressão em mudar esse cenário no próximo mês pode fazer com que você tome algumas medidas desesperadoras que irão penas alastrar o problema, portanto, cautela.

O mais sensato a ser feito é compreender qual é a sua realidade e como esse cenário tem ocorrido na tua empresa.

De modo que a causa-raiz seja o foco das tuas ações e não a remediação.

Remediar é, em muitos casos, não sair do lugar!

E feito isso, montar uma estratégia de modo que a sua operação ocorra sem prejudicar a sua saúde financeira.

Negociar prazos com fornecedores, acordar novos com os clientes, dar condições especiais para o pagamento à vista, como descontos e/ou outras formas de pagamento. Além de observar as compras de estoque, todas estas são ações que podem lhe auxiliar a sair desse ciclo!

Não podemos esquecer de que você pode sempre contar também com o auxílio de pessoas que podem lhe ajudar a compreender mais esses dados e lhe direcionar rumo ao sucesso: seu contador!

A Sonegação na visão do Empresário

Quem nunca ouviu falar da omissão de informações ou o não pagamento de impostos como uma estratégia de sobrevivência?

Desde que entramos no mundo empresarial, presenciamos essas ideias em reuniões formais ou em conversas de “boteco” sobre como não é possível manter uma empresa tendo o governo como sócio.

Falando claramente, todas estas conversas nos levam apenas a uma só situação: a sonegação.

Mas antes que você desista de ler acreditando que irei falar mais do mesmo, eu não vou.

Para começar eu não sou contador, sou empresário. E assim como você, sei, por vivência – assistida e própria – que não é esse o caminho.

Existem muitos artigos que tratam das consequências legais desta prática e como a empresa, e em certas circunstâncias, os próprios empresários podem ser responsabilizados.

Porém, esse não é o objetivo deste texto.

Escrevi esses parágrafos para tentar alertar os empresários e gestores de que a sonegação de impostos não pode ser usada como uma estratégia empresarial para a perpetuação do negócio.

É preciso entender que essa manobra quando executada de forma sistemática, deve ser encarada, não como uma expertise, mas sim como um sinal de graves problemas de gestão. 

Não é possível financiar uma operação por meio da sonegação.

É muito comum no meio empresarial as reclamações contra a elevada carga tributária cobrada pelo Governo e o seu uso como muleta para justificar o não pagamento dos tributos.

Realmente, temos um sistema fiscal complicado e injusto, que custa muito caro ao empresário.

Imposto é um “mal” necessário em um jogo democrático.

É a principal fonte de renda dos Governos para serem aplicados no pagamento dos gastos correntes e nos serviços essenciais à população.

Claro que todos sabemos dos problemas existentes na forma de gerenciar recursos públicos no Brasil: falta de ética, de preparo, enfim, é um show de horrores.

Porém, se engana quem pensa que sonegar é a forma mais assertiva ou inteligente do empresário “protestar” contra essas distorções.

A partir do momento que abrimos uma empresa em determinado mercado, “concordamos” com as regras do jogo.

Por isso é necessário entender as ameaças e oportunidades de onde queremos jogar.

Evoluir de um Empresário para um Gestor de Resultados é essencial. Como não é fácil mudar as regras do jogo, é urgente se preparar para jogar. Afinal o Brasil não é para amadores!

O planejamento tributário, a correta precificação, o aumento de produtividade, gestão dos custos, enfim, o conhecimento deve ser seu verdadeiro aliado na estratégia empresarial.

Aprender é sinônimo de mudança e evolução. Lembre-se, uma empresa só cresce até onde o conhecimento do gestor permite!

Infelizmente, a maioria dos empresários prefere olhar para fora da janela para culpar tudo e a todos por seus problemas e fracassos.

Olhar para dentro e entender suas fraquezas é muito doloroso.

Agora, estamos falando aqui da sonegação como forma de alcançar resultados e não como uma atitude pontual em um momento delicado ou mesmo por um fornecimento incorreto de informações devido às complicações do Fisco.

São ações diferentes.

Já que a maioria dos negócios do país são pequenas empresas familiares, geridas por pessoas sem a devida preparação gerencial, é de certa forma esperado que isso aconteça até com certa frequência.

Se a maioria não possui nem mesmo o básico como um fluxo de caixa implantado, o que dirá o controle fiscal e um planejamento tributário.

Como resultado, vemos a banalização dos programas de refinanciamento de impostos (REFIS).

Programas que inicialmente foram criados no intuito de ajudar tanto as empresas como o Governo em situações excepcionais.

Conheço empresas com inscrição em diversos programas deste e que mesmo assim, continuam se arrastando com resultados medíocres. 

Será mesmo culpa dos impostos o fato de 40% das pequenas empresas fecharem as portas antes de completarem dois anos de existência?

Toda empresa deveria buscar o lucro por meio das ferramentas de gestão e não em atalhos e artimanhas.

Lucro e responsabilidade social não podem ser objetivos excludentes.

Fazer a diferença no meio em que se está inserido, melhorando de alguma forma a vida das pessoas que dela dependem ou tem relação, deveria ser um dos pilares da gestão de qualquer empresa.

Por fim, gostaria de dizer que ao longo da minha experiência como Gestor e Empresário não vi qualquer empresa, principalmente pequena, conseguir sustentar essa estratégia por muito tempo.

Pelo contrário, em algum momento a conta foi cobrada e os efeitos foram devastadores.

Os custos de financiamento por meio da sonegação são altíssimos e, dificilmente, compensam no médio prazo.

Sonegar como estratégia empresarial é um caminho arriscado e sem futuro.

Definitivamente, um dia a casa cai!

Como está a gestão da sua empresa?

Se você tem o pensamento de que o único indicador importante relacionado com vendas é o seu lucro e o faturamento, você não pode parar de ler esse artigo.

Pois o meu objetivo é lhe provar que há muito mais com o que você se preocupar, além de se há a venda de novos produtos e/ou serviços.

E talvez, o seu caso nem seja o de precisar aumentar o número de vendas para que você saia do vermelho.

Posso lhe dizer que a maioria dos pequenos e médios empresários, não sabem fazer uma análise mais criteriosa se sua empresa tem gerado ou não os resultados desejados.

Infelizmente, muitos empresários confundem faturamento com lucro, e isso é um erro gravíssimo.

Porque se não tivermos uma definição clara acerca dos custos e despesas de um produto e/ou serviço, esses podem estar sendo vendidos com prejuízo ou com uma margem de contribuição muito baixa (falaremos com mais detalhes abaixo).

E dependendo do valor apresentando por meio desse indicador, nos mostrará que todo o esforços de venda servirão para colocar a empresa em uma situação financeira delicada.

Vale sempre lembrar que:

Lucro = Suas Vendas (Faturamentos) – Impostos – Custos – Despesas.

Caso não tenha ficado claro para  você a importância de prestarmos atenção à esses dados, farei uma analogia:

Pense na sua empresa com um corpo humano, aonde o seu comercial é como o coração, assim com o seu coração tem a função de bombear o sangue para todas as suas células, as vendas tem o mesmo objetivo que é o de gerar recursos financeiros para empresa.

Porém se você estiver vendendo com prejuízo, ou seja com margens erradas, ao invés de trazer riqueza para empresa, você estará endividando o seu empreendimento.

que acarretaria em uma arritmia empresarial.

(Esse é o nome que dou quando as empresas estão morrendo aos poucos. Acredito que você já deve ter ouvido falar da arritmia cardíaca que é um distúrbio no ritmo como o coração bate.)

E só acomete pequenas empresas?

Claro que não, portanto, não pense que isso está relacionado com grandes cálculos ou conhecimentos técnicos.

Um exemplo disso é a Ricardo Eletro – de acordo com a Revista Exame – que acumulou uma dívida de 2,5 bilhões em dívidas com bancos e fornecedores. E os números da Ricardo Eletro dos últimos anos não estavam no negativo, como você pode ter pensado.

De fato, estavam aquém dos últimos anos, mas não se deixe enganar pelo percentual de vendas ou pelo lucro bruto da empresa.

E então? O que fazer?

O primeiro passo já foi: meu objetivo era lhe provar de que esses número importam e que não podemos negligenciá-los.

O segundo passo é você saber em quais índices você pode se fundamentar. E irei trata-lo agora.

A começar com a Margem de Contribuição:

A Margem de Contribuição (MC) é um importante indicador que sua empresa DEVE ter, porque por meio dela é possível verificar se sua operação está tendo um resultado positivo antes da dedução das despesas fixas.

Esse indicador também conhecido como Ganho Bruto.

Ele é calculado da seguinte forma:

Margem de Contribuição = Total das Vendas – (Custo Variável + Despesa Variável).

Esse é um dos diversos indicadores que podemos explorar, e aplicar para o eficiente diagnostico financeiro e econômico da empresa.

Gosto muito da frase Kaplan o que não é medido não é gerenciado e isso é uma verdade.

Muitos empreendimentos por não utilizarem os indicadores de gestão corretos não conseguem identificar o rumo que suas empresas estão tomando e com isso, infelizmente, acabam indo para as estáticas de empresas que se fecham antes mesmo do seu 1º ano de vida.

O primeiro passo é compreender que não há gestão inteligente sem estar embasado em índices e a partir daí fundamentar suas decisões para a prosperidade do seu empreendimento.

Não seja negligente com o que pode alavancar os resultados da sua empresa! E saiba que você pode sempre contar com o seu contador para lhe ajudar!

 

Por Eduardo Gomes

Você se relaciona corretamente com os seus clientes?

 

A comunicação, de acordo com os dicionários é o ato de transmitir uma mensagem e, eventualmente receber outra mensagem em resposta.

Esse substantivo é o guia de qualquer negócio. Não existe nenhuma transação cuja recepção de informações é nula, pois precisamos nos comunicar para vender, reter e gerir o cliente!

Há milênios nos comunicamos e aprendemos que uma boa comunicação não se trata da intenção do emissor, mas sim da compreensão clara do receptor.

Porém, essa perspectiva parece ter se perdido nesses últimos tempos.

Afinal, vivemos uma era de revolução tecnológica, onde o processo de comunicação consegue ser realizado pelos mais diversos meios. E ainda assim, temos muita dificuldade de transmitir as informações desejadas.

Quem nunca se deparou com alguma situação desagradável de desvio de informações?

Devemos concordar que falhas e equívocos na hora de expressar algum dado de um produto ou o detalhamento de um serviço acontecem. No entanto, essas situações ainda nos colocam em “saias justas” com o nosso cliente, fornecedor e até mesmo funcionário.

E o objetivo hoje é tratar sobre como zelar esse elo universal que existe entre nós: a comunicação. 

1- Defina o seu meio de comunicação!

O primeiro de tudo é definir o seu canal de comunicação.

Você pretende falar por telefone? Pelo Facebook? Por WhatsApp? Pelo Instagram? Pelo e-mail? Por todos os meios anteriores?

É muito importante decidirmos antes por onde nos comunicaremos com nosso potencial ou já cliente!

E não adianta pensar apenas no que faz sentido para a tua empresa. Deve-se atentar ao mecanismo principal que ele utiliza ou que possui maior adaptabilidade (acredito que esse seja um dos pontos de maior erro que temos ultimamente, essa ausência de compreensão e utilização dos meios de forma errônea).

Dessa forma, conseguimos adaptar facilmente nossa linguagem e trazer uma abordagem mais assertiva, tanto na criação de uma estratégia de marketing, quanto na abordagem para atendimento ao cliente.

Tenha como aliado as tecnologias – e ao comportamento que o seu nicho atuante tem sobre elas – e fique atento ao segundo ponto importantíssimo desse artigo.

 

2- Atente-se para sua linguagem!

Uma boa abordagem faz toda a diferença quando o assunto é contato com seu cliente.

 

Não confunda uma boa abordagem com uma abordagem erudita, com o português completamente correto de acordo com as normas da gramática tradicional! Uma boa abordagem é aquela que se adequa ao que seu nicho precisa!

Você não conversa com seu melhor amigo da mesma forma que conversa com sua mãe, não é mesmo?

Nós precisamos adequar nosso vocabulário, nossos assuntos e nossa postura de acordo com a situação presente. A partir dessa analise criamos um questionamento: Como saberemos qual linguagem usaremos com nosso cliente?

E a segunda palavra de ordem – depois de adequação – é: TESTAR!

Um ponto excelente e que temos em ascensão é a velocidade com que podemos mudar. E esse é um ponto interessantíssimo de ser tocado, pois se você não sabe qual a melhor forma de se comunicar, por exemplo, via e-mail com o seu cliente, você terá de experimentar.

Se seria uma linguagem mais formal ou informal, enfim, o que você deve fazer é testar e com base nos direcionamentos e resultados, se guiar para o que deve ou não ser dito e feito.

3- Questione, pergunte, indague seu cliente

Assim como falamos, para que a comunicação seja efetiva precisamos entender bem o que o cliente quer.

E qual a melhor forma para isso? Ouvir! Escutar cada choro, cada dor, cada coceira na ponta do dedão toda segunda-feira pela madrugada que ele pode ter!

Precisamos parar um pouco, serrar os lábios e abrir os ouvidos.

Criando esse tipo de cultura conseguimos melhorar tanto nosso produto quanto nossa abordagem e nossos procedimentos! Seu cliente vai dizer o que ele quer e não há nada melhor do que ser ouvido e atendido!

O ponto de destaque desse tópico vai para a mescla de mecanismos mais formais e informais de obter esse retorno dos seus clientes e parceiros.

Então, criar questionários – seja no papel, encaminhado por e-mail ou no próprio WhatsApp da empresa – com perguntas sobre o atendimento, dúvidas recorrentes e demais questões que poderiam não estar completamente esclarecidas ou até mesmo que demandou certo tempo para ser respondidas são formas de fazer de forma informal.

No entanto, é um diferencial colher – com clientes selecionados – um feedback mais completo, com maior exemplificação e maior zelo para obter percepções qualitativas e sentir o senso de urgência, ideias e impressões.

Conclusão

Escute, entenda, se adeque!

Quando temos nosso clientes como nossos aliados conseguimos evoluir e lucrar cada vez mais. Precisamos estar dispostos a mudar e a ter o melhor atendimento possível, pois isso É sua empresa! Nossa empresa é aquilo que falam dela, então faça com que falem bem!

Lembre-se desse um ponto de extrema importância: Progresso e evolução são sinônimos de sucesso!

Por Gabriel Gandra Kadu do NUCONT

Novo Cronograma de implantação do eSocial

Publicada Resolução CD/e-Social nº 5, de 02.10.2018 – DOU de 05.10.2018 que Prorroga os Prazos de Entrega do eSocial. Veja como ficou!

As Empresas do 2ª Grupo, que são aquelas que possuem Faturamento INFERIOR a R$78 Milhões e não se enquadram no 3º grupo, a 3ª fase foi prorrogada para 10 de janeiro de 2019. Isso quer dizer que agora terão mais tempo para entregar os dados cadastrais de seus trabalhadores e seus vínculos (2ª fase).

Não se esqueçam a 2ª fase (dados cadastrais de seus trabalhadores e seus vínculos) inicia a partir de 10 de outubro e vai até 09 de janeiro de 2019. Mas não se esqueçam que cada evento tem o seu prazo de envio de acordo com as regras do Manual Operacional

Há, a outra novidade é que as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), que constam nessa situação no CNPJ em 1º de julho de 2018, o inicio no eSocial será 10 de janeiro de 2019.

03 Índices para você diagnosticar a sua empresa!

Ser um empresário é ser líder de si mesmo e da sua equipe, é gerir bem os processos, os recursos da empresa e ainda,                                                traçar os próximos passos.

Em palavras, talvez, não fique evidente o quanto isso pode ser difícil, se feito sozinho.

No entanto, duas coisas podem te atrapalhar, ao invés de lhe ajudar: a falta de conhecimento acerca de quais índices são importantes para o seu acompanhamento e a  compreensão errada deles!

Portanto, o meu objetivo hoje é lhe apresentar os PRINCIPAIS índices que você DEVE utilizar para basear a sua tomada de decisão e como o seu Contador pode lhe auxiliar  nisso!

1ºLucratividade

Lucratividade não é lucro.

Mas nem por isso você deve esnobá-lo! (rs)

O objetivo dele não é evidenciar o seu prejuízo ou o seu lucro, mas sim, de compreender se a sua operação é válida ou não.

A Lucratividade é calculada assim: 

(Lucro líquido/ receita bruta) x 100

E o que isso significa?

Ele lhe fornece em percentual se a sua operação paga os seus custos e despesas (gastos) e ainda gerar lucro.

Por ser um índice, ele é comparável e é uma excelente forma de compreender – sob essa perspectiva – qual o desempenho da sua empresa se comparada com o que é visto no mercado e nos seus concorrentes.


2º) Ciclo Financeiro e Operacional

Um dos problemas responsáveis pela falência das empresas brasileiras é a falta de capital para financiar a operação.

Em outras palavras, a má gestão da operação.

Seja por falta de capital, seja por compras indevidas de mercadoria, altos prazos de recebimento e baixos prazos para pagamentos dos fornecedores, enfim.. tudo isso está relacionado ao modo como você gerencia a sua operação.

Parece ser simples de resolver: só ter dinheiro em caixa, por exemplo, no entanto, na prática, para atuar frente à causa-raiz, devemos entender a tríade dos prazos!

São eles: Prazo Médio de Pagamento(PMP), Prazo Médio de Recebimento(PMR), Prazo Médio de Estocagem(PME).

São esses os responsáveis pelo Ciclo Operacional e Financeiro da sua empresa, que é a referência para diagnosticar a saúde da sua empresa.

Mais do que entender o que eles significam individualmente, o que não será o objetivo, mas sim a relação entre eles.

De forma breve, temos:

PMP: tempo médio para o pagamento aos seus fornecedores e parceiros.

PMR: prazo médio que é dado aos seus clientes para pagamento do seu produto e/ou serviço.

PME:  tempo compreendido em dias em que a mercadoria – desde a sua compra à venda – permanece na empresa.

Ciclo Operacional e o Ciclo Financeiro são as conclusões que conseguimos chegar com os dados acima.

O Ciclo Operacional é dado por: 

CO = PME + PMR

Como podemos ver acima, é o somatório do tempo que a mercadoria fica dentro da empresa acrescido do tempo médio que o seu cliente lhe paga. Completando a sua operação.

Ou seja, esse é o caminho que o dinheiro percorre dentro da empresa.

É o tempo desde a compra da mercadoria, passando pelo recebimento da sua venda e subtraído do prazo que possuído para quitar com os parceiros.

Com ele é possível entender se você precisa pagar os seus fornecedores antes de receber dos seus clientes ou se os próprios recebimentos financiam a sua operação.

Simplificando:

NCG positivo: a empresa possui o capital necessário para financiar a própria operação, significando que ela recebe dos seus clientes anterior ao
prazo para pagar os seus parceiros!

E isso é ótimo! A cadeia produtiva da empresa ocorre, praticamente sozinha, hehe!

NCG negativo: Não há capital disponível para que a operação aconteça. Isso significa que você tem de pagar os seus fornecedores e parceiros antes mesmo de receber.

Ou seja, esses prazos acordados são um risco para a saúde da companhia! E devemos prestar bastante atenção para que não seja necessário buscar esse capital externo e cair em um ciclo vicioso de empréstimos e financiamentos.

Conclusão

Compreendo a lucratividade sabemos melhor o nosso posicionamento no mercado e se estamos sendo ou não eficientes.

E ao olharmos para os dois grandes ciclos presente dentro da tua empresa, visualizamos como a operação está tão ligado ao sucesso ou insucesso da empresa.

E não falando apenas de lucro e rentabilidade, mas de possuir recursos disponível para investimentos estratégicos, para emergências e até mesmo para dar continuidade à operação!

E o mais importante disso tudo, é que há quem pode te ajudar, tanto na compreensão dos termos, como com a análise dos seus resultados e em como podemos nos direcionar ao caminho certo: seu contador!

Todos os índices e MUITOS outros podem ser calculados por meio dos demonstrativos financeiros!

Você JAMAIS está só, basta saber com quem pode contar!

Por Gabriel Gandra do Nucont

Conheça os direitos das trabalhadoras diagnosticadas com câncer de mama.

O câncer de mama causou o afastamento de mais de 21 mil mulheres do trabalho no ano passado. A doença é o tipo de câncer de maior incidência na população feminina brasileira, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 29% dos novos casos a cada ano. Somente em 2018, a estimativa é de que 59,7 mil novos casos sejam detectados, segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).

Neste mês dedicado à prevenção e tratamento da doença, mais uma vez o Ministério do Trabalho adere à campanha Outubro Rosa e esclarece sobre os direitos das trabalhadoras diagnosticadas com neoplasia maligna de mama.

Na fase sintomática da doença, toda trabalhadora celetista poderá fazer o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) , assim como do benefício PIS/Pasep, este no valor de um salário mínimo e que poderá ser retirado em agências da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. A trabalhadora também tem direito ao auxílio-doença e, em casos mais avançados, pode requerer a aposentadoria por invalidez.

Acompanhante – Caso a trabalhadora necessite de cuidados permanentes de outra pessoa, além da aposentadoria por invalidez, também tem o direito a um acréscimo de 25% no valor do benefício, conhecido por Auxílio Acompanhante, conforme previsto na Lei nº 8.213/91. O valor adicional é pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) de forma vitalícia. Além disso, pode-se requerer na Receita Federal a isenção total do Imposto de Renda de Pessoa Física.

Para ter acesso a esses tipos de benefícios é necessário estar na qualidade de segurada da Previdência Social e passar pela perícia médica do INSS para comprovação da incapacidade de trabalho.

Redução da Mortalidade – Iniciado na década de 1990, o movimento Outubro Rosa tem o objetivo de estimular a população feminina brasileira no controle do câncer de mama. Realizada todos os anos, a campanha é utilizada para compartilhar informações sobre o câncer, promover esclarecimentos, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, a fim de contribuir para a redução da mortalidade.

Uma das estratégias é incentivar a realização do autoexame, um importante aliado no tratamento do câncer de mama em mulheres de todas as idades. Quando a doença é detectada nas fases iniciais, são maiores as chances de tratamento e cura.

O Inca recomenda que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.

Fonte: Ministério do Trabalho

“Vamos nos armar para defender o Simples”, diz presidente do Sebrae.

27/09/2018

Para o presidente do Sebrae, empresa fora do Simples não sobrevive ao manicômio tributário. “O que se tem é uma pressão de voracidade fiscal total”, afirma.

Com o risco de redução dos repasses para o sistema “S” pelo próximo governo eleito, o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirma que a entidade vai defender com unhas e dentes o dinheiro para as micro e pequenas empresas e evitar cortes no Simples, o regime de cobrança simplificada de tributos. Pela previsão da Receita, a renúncia com o Simples em 2019 será de R$ 87,2 bilhões.

Candidatos ao Palácio do Planalto têm falado em revisão do Sistema S (que inclui nove instituições, entre elas Sebrae, Senai, Sesi e Sesc).

Não são os candidatos, são os economistas. Persio Arida, da candidatura Geraldo Alckmin (PSDB), Paulo Guedes, de Jair Bolsonaro (PSL), Marcos Lisboa (citado por ele como um possível colaborador de Fernando Haddad, do PT)… Eles são economistas com a visão financeira. Querem mexer na contribuição ao Sistema S e mexer no Simples. Falam, mentirosamente, que o Simples é uma renúncia tributária.

Mas está nos dados oficiais da Receita o valor da renúncia.

É uma premissa falsa a de que o Simples tem o maior limite (de adesão) do mundo. Nos outros países, o ambiente de negócios não é hostil. Não é esse massacre que nós temos. A empresa fora do Simples não sobrevive ao manicômio tributário. O que se tem é uma pressão de voracidade fiscal total.

Há uma pressão para reduzir os repasses do Sistema e mudar o Simples.

Diante dessa realidade, vai ter uma bruta mobilização nossa, porque temos uma rede no Brasil inteiro para defender o nosso objeto, que é o Simples. Vamos nos armar com unhas e dentes. Para nós, o Simples é nossa linha de defesa. Se eles apresentarem um sistema tributário fantástico vamos rever o Simples, criar condições para o crescimento dentro do regime único. Temos de sentar à mesa, não posso adiantar. Ainda depende de um debate grande.

O que o Sebrae propõe para o Simples?

Conseguimos travar um limite de R$ 3,6 milhões de faturamento anual para o ICMS e de R$ 4,8 milhões para os tributos da Receita. A ideia é juntar tudo num limite de R$ 4,8 milhões.

O sr. quer subir mais? O Brasil vai virar um país de micro e pequenas empresas?

Já é. Nós somos 98% dos empregos e das empresas.

Depois da MP que retirou recursos do Sebrae para os museus, o sr. tem dito que o Sebrae é diferente do Sistema S. Por quê?

O Sebrae é genericamente colocado como sistema S. Mas o sistema S foi originado de federações sindicais. O Sebrae foi criado como serviço social autônomo à semelhança do sistema das entidades sindicais, mas ele é excêntrico. Os demais têm uma administração vertical, sindical. O Sebrae não é assim.

Onde o sr. quer chegar?

Vou direto ao ponto. A caixa preta é a administração de recursos do imposto sindical, protegido pela Constituição.

O sr. está falando das demais entidades do Sistema S?

Das demais. Às vezes, misturava a conta do Sistema S com sindicato. Por isso, os trabalhadores estão bravos, porque cortaram o imposto sindical. Os sindicatos dizem ‘vocês cortaram nossa contribuição sindical’, mas eles continuam tendo acesso e gestão no Sistema S porque eles têm taxa de administração de sistema. E esses recursos do sindicato não têm auditoria por proteção constitucional. O Sebrae é inteirinho auditado pelo Tribunal de Contas, a CGU (Controladoria-Geral da União).

As demais entidades argumentam que também são auditadas.

O Sistema S. O sindicato (patronal) não. E na hora que passa uma taxa de administração para o sindicato ele não responde. Não tem auditoria de sindicato. O Sebrae tem todas as auditorias.

Ter auditoria não significa ser transparente…

É transparente. Está tudo no portal. Temos, sim, recursos, mas fazemos provisão. Temos R$ 2,4 bilhões no mercado financeiro e R$ 850 milhões para o fundo de aval e que garante cerca de R$ 5 bilhões em operações.

E tem R$ 600 milhões de compromisso orçamentário para atender o governo, porque, com o teto de gastos, a Receita Federal ficou sem dinheiro para desenvolver projetos. São R$ 200 milhões para desenvolver a nota fiscal eletrônica para municípios, o E-Social.

E mais R$ 400 milhões para o Turismo nos próximos quatro anos. Também temos de ter 20% em tesouraria, como reserva.

Fonte: Diário do Comércio

4 Dicas essenciais para negociações bem sucedidas

4 dicas essenciais para negociações bem-sucedidas

Uma boa negociação exige certos conhecimentos fundamentais dos negociadores. Veja as 4 dicas essenciais.

Existem 4 pré-requisitos essenciais a todos que pretendem negociar com competência. Sem eles é como querer dirigir um automóvel sem os fundamentos da direção.

1 – Relacionamento Interpessoal

O primeiro pré-requisito é a habilidade de relacionamento interpessoal. É a capacidade de comunicar-se, de saber ouvir, de argumentar, de adotar uma conduta que gere confiança no interlocutor, de ter um comportamento de flexibilidade e empatia, de criar um ambiente de cooperação. O relacionamento interpessoal é o alicerce sobre o qual serão estabelecidos os acordos. Sem esse fundamento não existirá base para os entendimentos.

2 – Domínio do assunto

Não importa o que for negociar, o essencial é conhecer com profundidade o que irá tratar ou corre o risco de ser atropelado pelo oponente. Isto implica em ter todas as informações relevantes sobre o objeto da negociação: seus aspectos técnicos, características, benefícios, vantagens e desvantagens, pontos fortes e deficientes, valores financeiros. Conforme o tipo de negociação e o grau de profundidade do assunto, deverá também recorrer a dados relativos aos concorrentes, mercado, fornecedores, compradores, vendedores, clientela, leis do governo etc. que possam afetar a negociação.

3 – Conhecimento das técnicas de negociação

O conhecimento das técnicas envolve a habilidade de saber utilizar as estratégias e táticas mais adequadas ao momento, a capacidade de planejar, executar e controlar as  fases e técnicas, além de saber contornar impasses, obstáculos e de fazer concessões.

Por experiência própria, posso afirmar com segurança, que este pré-requisito é altamente deficiente no negociador brasileiro. Excetuando profissionais de alguns segmentos sindicais (tanto patronais, quanto dos trabalhadores), e de um pequeno número de empresários e de  profissionais  em compras  e vendas, a maioria  dos negociadores de nosso país  revela-se extremamente despreparada em relação aos processos e etapas da negociação, com prejuízos significativos para os resultados de um bom e proveitoso acordo.

4 – Interdependência: o princípio da parceria

Toda negociação envolve uma interdependência: comprador/vendedor, chefe/subordinado, empresa/funcionário, professor/aluno, marido/mulher e assim por diante.  A interdependência  cria um vínculo que nos obriga a tratar de um assunto ou questão da melhor maneira, tentando não deixar sequelas, e ainda, satisfazer ambas as partes. O que nos leva ao conceito de parceria. No fundo, negociação é uma parceria. Você pode não gostar do parceiro – como, por exemplo, seu chefe, um empresário, sindicalista, comprador -, mas a verdade é que ele representa a contraparte da negociação.  Sem a contraparte não existe transação. Nas consultorias e cursos que ministro ouço muitas queixas das pessoas, argumentando que o chefe, ou pessoa X , é um “chato” intragável, e não conseguem enxergar nele um parceiro. Mesmo que isso seja verdade, o fato é que em dada circunstância não existe outra pessoa com quem possa negociar senão com aquele “chato”, e se quiser chegar a um bom termo terá de dialogar com ele ou ela para concretizar o acordo. E considere igualmente a possibilidade de que o “chato”  também o avalie desse jeito. Logo, tente ver na outra pessoa as qualidades, mais do que seus defeitos, e poderá antever e apreciar melhor as chances de um bom entendimento.

Texto extraído e condensado do livro Negociação – Técnicas Eficazes para Resultados Concretos, de Ernesto Berg, Juruá Editora. Para adquirir o livro impresso, ou a versão digital, acesse o site  www.quebrandobarreiras.com.br seção de LIVROS, ou  E-BOOKS, conforme opção.

Por Ernesto Berg
Consultor de empresas, palestrante, professor,  articulista, autor de 18 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão,administração de conflitos.  Graduado em Administração e Sociologia, Pós-graduado em Administração pela FVG de Brasília. Foi por 10 anos executivo do Serpro em Brasília, e Consultor Senior da Alexander Proudfoot Company em São Paulo

Fonte: Portal Contábeis