Não deixe sua empresa morrer – O Undertrading

Vou começar o artigo de hoje de uma forma diferente. Estamos cansados de ouvir e ler materiais idênticos. Meras cópias feitas como material de auto ajuda… Tornarei esse um dos textos mais sinceros dessa coletânea sobre as doenças financeiras! Não precisamos do mesmo, precisamos do NOVO, daquilo que vai mudar nosso Mindset e nossa forma de enxergar o mercado!

As doenças financeiras atingem milhares de empresários e acabam com inúmeras empresas. Não somos mais do mesmo, sua empresa é diferente e você É um empresário diferente (podemos “humildemente” dizer que somos melhores!)! Estudando, lendo e adquirindo conhecimento, você faz parte da mudança! Vamos nos guiar para o sucesso e o conteúdo desse texto fará parte da sua estante de problemas que passaram longe da sua empresa!

Estudando por essa coletânea você vai conseguir evitar que sua empresa caia nas estatísticas! Sua empresa não será uma das prematuramente falecidas!

Você lembra do nosso cronograma? Vou retomar para te lembrar o que já aprendeu e o que ainda falta:

(14/11) – INSOLVÊNCIA FINANCEIRA

(21/11) – OVERTRADING

(28/11) – UNDERTRADING

(05/12) – EXCESSO DE ENDIVIDAMENTO

Como você já viu, nosso tema de hoje é o Undertrading. Fique tranquilo, apenas os nomes são estrangeiros, a explicação vai ser simples, objetiva e em português!

O que é o Undertrading?

Lembra do Overtrading? As vendas crescem, mas o Patrimônio Líquido não, ou ele cresce em um percentual menor do que o crescimento das vendas. Ou seja, é o excesso de vendas frente ao crescimento do Patrimônio Líquido. A empresa vendia muito e não tinha rendimento suficiente para se pagar, para quitar suas obrigações.

O Undertrading é o contrário disso! Representa baixo crescimento das vendas frente ao crescimento do Patrimônio Líquido, o que indica poucas vendas com margens inadequadas. Enquanto no Overtrading a margem praticada é baixa e insuficiente para sustentar a operação, no Undertrading a empresa pode ter pecado no excesso de margem, colocando à venda um produto ou serviço considerado caro pelo seu público, resultando em baixas vendas.

De uma forma simplificada, o empreendedor está trazendo um preço que seu nicho não tem capacidade de comprar. Ele está caro!

Ah, uma outra forma de sofrer com o Undertrading pode vir de um alto aporte de capital dos sócios ou de investidores! O aumento do Patrimônio Líquido aconteceu, porém não foi ocasionado pelo lucro gerado pelas vendas.

Quais as causas do Undertrading?

•Suas vendas estão abaixo da capacidade suportada:

As vendas são baixas quando a empresa possui capacidade estrutural, de pessoas e de maquinário para vender em uma estimativa muito maior do que a que vem sendo praticada.

• Aconteceu um aumento da concorrência:

Quanto mais concorrência houver no mercado, maior é a chance de ocorrer competição por preço e, assim, os consumidores passam a não aceitar a comprar aquele produto por um preço considerado caro por eles.

• Seu preço de venda é pouco competitivo:

A formação do preço de venda é baseada nos custos fixos e variáveis, nas despesas, nos impostos e na margem. Porém, um fator extremamente relevante para compor o preço de venda é o entendimento de quanto os consumidores, de fato, estão dispostos a pagar por aquele produto. Não adianta montar um preço de venda de R$ 50, se o mercado normalmente paga R$ 10 pelo mesmo produto.

• Pouca diferenciação do produto:

Produtos considerados “comoditizados”, ou seja, aqueles que possuem pouca diferenciação, tendem a entrar na guerra de preço. Portanto, se o produto ou serviço não possui uma clara percepção de valor pelo cliente, ele não estará disposto a pagar mais caro por ele.

• Investimento no Patrimônio Líquido:

Empresas que acabam de receber aporte de capital, seja dos sócios ou de investidores, tendem a operar em undertrading nos primeiros meses. O aumento do PL é imediato com a integralização do capital, porém o aumento das vendas não cresce na mesma proporção, porque esta ocorre de forma mais gradual.

Como tratar o Undertrading?

Existem algumas estratégias para tratar sua empresa diagnosticada com o Undertrading. Vou aqui listar algumas delas:

1• Criar Estratégias de aumento das vendas:

. Diminuir do preço de venda: diminuir o preço de determinado produto ou serviço tendo um prejuízo acumulado na empresa é sempre complicado, mas nesse momento precisamos pensar em formas de intensificar as vendas e o que é mais barato sai mais rápido.

. Diminuir margem: “Ok, a empresa está com prejuízo e a solução é diminuir a margem?” Pode parecer contrassenso, mas nesse momento precisamos de VENDER MAIS, precisamos de quantidade, de volume de vendas e uma solução é vender mais com menos margem!

. Fazer promoções, campanhas, descontos: é hora de botar na vitrine: “super liquidação, tudo com 50% de desconto”. Precisamos desovar estoque e aumentar o nosso saldo de caixa.

. Mix de produtos/serviços: se o produto ou serviço está com pouca saída, este é o momento de inovar e introduzir um tipo de valor agregado ou até mesmo um novo produto ou serviço.

2• Reduzir retirada dos sócios:

. Se a empresa está com baixas vendas, não dá para manter a mesma retirada de quando a empresa faturava mais.

3• Diminuir estoque:

. Se a empresa tiver feito um dimensionamento errado de suas vendas e está mantendo um robusto estoque, é preciso desová-lo para podermos diminuir o custo dessa armazenagem.Nesse caso, são válidos descontos, promoções e liquidação para se desfazer do excesso.

4• Redimensionamento do investimento

. Rateio de áreas: Se a empresa tiver recebido investimento de sócios ou investidores em seu PL e mesmo assim as vendas permanecem baixas, uma estratégia é dedicar um percentual do investimento para cada uma das áreas da empresa: vendas, marketing, financeiro, produto, etc., para que o dinheiro não esteja sendo gasto de forma desenfreada sem alcançar o resultado desejado.

Viu só? Às vezes aquilo que você acreditava ser sua salvação, a chave do seu sucesso, pode ser a assinatura do contratado de falência. Não deixa que a falta de conhecimento acabe com seu sonho! Um empreendedor não deve por obrigações ser tomado por conhecimento financeiro. Seu deve é estar alinhado com profissionais capacitados e que detenham esse tipo de conhecimento!

Um problema não tão grande, pode tirar sua noite de noite! Não deixe que pequenas questões (com soluções ainda menores) acabem com seu sonho.

Fonte: Nucont

Primeira parcela do 13º salário deve ser paga até dia 30

Termina no próximo dia 30 (sexta-feira) o prazo para o pagamento da primeira parcela do 13º salário de 2018. Nas localidades onde for feriado, como o Distrito Federal (que comemora o Dia do Evangélico), a gratificação deve ser paga até o dia 29. A data limite para a segunda parcela é 20 de dezembro.

Para este ano, a previsão é de que 84,5 milhões de pessoas recebam o 13º salário, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). São 48,7 milhões de trabalhadores ativos e 35,8 milhões de aposentados e pensionistas. A instituição estima que R$ 211,2 bilhões sejam injetados na economia (R$ 139 milhões dos empregados formais ativos). O valor médio do benefício é de R$ 2.320 por pessoa.

O 13º salário tem natureza de gratificação (gratificação natalina) e está previsto na Lei 4.749/1965. A determinação é de que o benefício seja pago em duas vezes e que a primeira parcela seja quitada entre 1º de fevereiro e 30 de novembro.

Quem recebe – Todo trabalhador que atuou por 15 dias ou mais durante o ano – e que não tenha sido demitido por justa causa – tem direito à gratificação. Quem se desligou da empresa deve receber pagamento proporcional ao período trabalhado.

Com a modernização trabalhista, é proibido que convenção e/ou acordo coletivo de trabalho suprimam ou reduzam o 13º salário. Para os contratos intermitentes, o empregado recebe também o proporcional, mas ao final de cada prestação de serviço.

Atraso – Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria. A empresa que não fizer o pagamento no prazo pode ser autuada por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho e pagar multa pela infração.

O pagamento da primeira parcela pode ocorrer também por solicitação do próprio trabalhador, por ocasião das férias. Neste caso, o empregado deve fazer o requerimento por escrito ao empregador até janeiro do mesmo ano.

Fonte: Legisweb

As grandes doenças das empresas: Como evitar que sua empresa morra? Parte 2 – OVERTRADING

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 56% das empresas no Brasil têm uma vida útil de 5 anos. Preocupante não é mesmo? Sabe qual o principal causador dessa fatalidade que atinge o empresário e uma grande parte da população empregada? Doenças empresarias, causadas por algo muito comum:

A má gestão! E ela será um ponto muito importante deste artigo!

Estou, durante essas semanas, trazendo uma coletânea de artigos que listam algumas das grandes doenças das empresas. Apontarei alguns dos cânceres que abalam os alicerces das empresas e as levam à falência:

(14/11) – INSOLVÊNCIA FINANCEIRA

(21/11) – OVERTRADING

(28/11) – UNDERTRADING

(05/12) – EXCESSO DE ENDIVIDAMENTO

Hoje, na segunda semana, trataremos do Overtrading!

O que é o Overtrading?

Overtrading é o excesso de crescimento de vendas frente ao crescimento do Patrimônio Líquido. As vendas crescem, mas o Patrimônio Líquido não, ou ele cresce em um percentual menor do que o crescimento das vendas.

 

Fácil, não? Obviamente não! Vou tentar facilitar um pouco.

Simplificando vamos trazer o conceito de patrimônio líquido:

O patrimônio líquido é o resultado da diferença entre os valores do ativo e do passivo de uma entidade. Por exemplo: Se você tem um ativo (bens e direitos) de R$ 200.000,00 e um passivo (obrigações) de R$ 100.000,00, o seu patrimônio líquido é de R$ 100.000,00.  Viu só? Com essa explicação, o conceito de Overtrading fica mais simples de ser entendido!

 

De uma forma mais didática, o Overtrading acontece quando uma empresa vende muito e utiliza margens inadequadas, que não geraram lucro suficiente para sustentar o negócio. Agora sim!

 

Muitos empresários acreditam que vender mais pode salvar uma empresa da falência. Isso é em muitos casos a própria causa da falência!

Em uma situação de dificuldade financeira, é muito comum os sócios da empresa optarem por uma estratégia de aumento das vendas, oferecendo descontos, promoções e prazos mais atraentes para os consumidores. Se a estrutura de capital de giro da empresa não suportar esse aumento das vendas, a empresa tende a entrar em insolvência financeira (Não perderemos tempo com essa explicação! Caso tenha alguma dúvida, o artigo anterior descreveu e trouxe possíveis soluções para a Insolvência).

Além do excesso de vendas, alguns outros pontos podem levar ao Overtrading.

Trarei aqui algumas causas e suas possíveis soluções:

Causas X Soluções:

Causas:

 

 

Formação inadequada do preço de venda:  O pequeno empresário, na maioria das vezes, tem aquela velha visão: “comprei a mercadoria por $10, vou vender por $20 e aí eu vou ter 100% de margem, certo?”. Errado, claro. Preço de venda precisa necessariamente abranger as seguintes variáveis: custos fixos e variáveis, despesas, impostos e margem. Acontece que quase sempre o empreendedor desconhece qualquer um desses itens.

 

  • Retiradas de sócios acima da capacidade de caixa: OOvertrading também é causado pela baixa variação ou variação negativa do Patrimônio Líquido, o que pode significar retiradas excessivas de um sócio para manter seu padrão de vida incompatível com a situação financeira da empresa.

 

. Mistura de contas da empresa com contas pessoais: O conceito de DESPESA é muito claro: todo gasto necessário para GERAR RECEITA para a empresa! O que não gera receita, não deveria ser uma despesa. Por isso, seu novo IPhone ou aquela viagem para Argentina parcelada no cartão de crédito da empresa contribui para comprometer o lucro da empresa.

Soluções:

 

 

  • Corrigir preço devenda: É o momento de conhecer melhor a estrutura de custos, despesas e o conceito de margem de contribuição da empresa.

. Mix de produtos/serviço: se o produto que sua empresa vende é pouco diferenciado no mercado e existe uma alta concorrência, é hora de introduzir um novo produto ou agregar um serviço mais premium, onde se permita inserir uma margem mais alta.

 

  • Reduzir retirada dos sócios:É preciso fazer um estudo da situação financeira dos sócios: qual é o padrão de vida que você e seu sócio estão mantendo enquanto a empresa está quebrando? Definitivamente é o momento de conter gastos supérfluos.

 

. Retirar gastos próprios feitos dentro da empresa: 

. Dos sócios: sua empresa precisa aumentar o seu PL (olha o patrimônio líquido novamente) para regularizar sua estrutura de balanço.

. De investidores: empresas com um bom planejamento e boas perspectivas de mercado podem correr atrás de investimentos para estabilizar o excesso de vendas a preços baixos.

Viu só?! Novamente percebemos aquele ponto que citei no artigo anterior e no início deste: A má gestão.

Muitos empresários não criam uma estrutura intelectual básica para o desenvolvimento e o sucesso de suas empresas. É necessária uma visão estratégica de seu negócio. Nenhum empresário desorganizado, que mistura gastos próprios com os de sua empresa, que não contrata profissionais capacitados para alertá-lo de qualquer irregularidade, tem sucesso.

Conclusão:

Esteja atento a cada movimentação de sua empresa! Não esqueça que cada detalhe pode fazer com que a falência bata sua porta.

 

Tenha sempre profissionais qualificados ao seu lado! Uma boa gestão não depende só de você. Um bom empreendedor é também aquele que consegue fazer contratações fora do comum! Escolhe bem seus funcionários e profissionais que atuam ao seu lado (contadores, consultores, etc).

 

Comece hoje mesmo a olhar para sua empresa com uma visão diferenciada!

As grandes doenças das empresas: Como evitar que sua empresa morra?

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2005, cerca de 56% das empresas no Brasil têm uma vida útil de 5 anos. Preocupante não é mesmo? Sabe qual o principal causador dessa fatalidade que atinge o empresário e uma grande parte da população empregada?

A má gestão! E ela será um ponto muito importante deste artigo!

Durante as próximas semana pretendo trazer uma coletânea de artigos que listam algumas das grandes doenças empresariais. Apontarei alguns dos cânceres que abalam os alicerces das empresas e as levam à falência:

(14/11) – INSOLVÊNCIA FINANCEIRA

(21/11) – OVERTRADING

(28/11) – UNDERTRADING

(05/12) – EXCESSO DE ENDIVIDAMENTO

Hoje, na primeira semana, trataremos da Insolvência financeira!

O que é a insolvência financeira?

Insolvência financeira é uma situação em que a empresa não tem capital de giro (capital usado para financiar a continuidade das operações da empresa) suficiente para financiar a operação de seu negócio, compreendida pelo período entre a compra de insumos, matéria prima ou mercadoria para revenda, até o recebimento pela venda de seus produtos/serviços.

Quando a Insolvência acontece?

1. A operação da empresa é muito robusta (estoques altos e prazos grandes para receber de seus clientes), ocasionando um alto ciclo financeiro (tempo em dias que a empresa demora a produzir e vender seu estoque, coletar os recebíveis e pagar seus fornecedores).

2. A operação do negócio não é capaz de gerar capital de giro suficiente para se auto sustentar ou esse capital de giro está sendo utilizado para outras finalidades (investimentos, imobilização, retirada excessiva dos sócios). Portanto, a empresa se utiliza de empréstimos de curto prazo, como desconto de duplicatas, cheque especial e demais empréstimos para conseguir financiar sua operação. Com isso,a capacidade de transformar um ativo em dinheiro, a liquidez, da empresa tende a diminuir, de tal forma que ela deixa de ter capacidade de quitar suas obrigações de curto prazo. Uma empresa com saldo de caixa insuficiente para honrar com suas obrigações se torna insolvente, uma vez que a operação de seu negócio não gera caixa, e sim consome.

Viu o tamanho do problema?

Como podemos prevenir esse tipo de doença?

Uma forma de evitar que doenças como essa venham a contaminar sua empresa é uma boa gestão empresarial, financeira e contábil. Na própria pesquisa do Sebrae, ao perguntarem sobre possíveis formas de evitar esse tipo de doença, cerca de 40% concordaram que uma consultoria empresarial seria a solução. Outra parte insistiu em culpar encargos e a economia do país.

Percebe a importância colocada na prática? Empreendedores que sentiram na pele trouxeram essas afirmações!

Um empresário que se atenta para a realidade de sua empresa, procura profissionais capacitados para prover análises, evita e, em casos extremos, remediar situações como a insolvência!

Vou listar aqui causas práticas da insolvência, seguidas de suas possíveis soluções.

Causas X Soluções:

Causas:

• Financiar clientes e fornecedores por tempo inadequado;

• Baixo controle de estoque;

• Não acompanhar as cobranças e recebimentos;

Soluções:

• Negociar prazos menores: quanto mais rápido a empresa recebe, mais dinheiro ela terá em caixa;

• Controle de estoque: entradas, saídas e contagem;

• Criar formas de controle da inadimplência. Fazer régua de cobrança é uma das formas!

Percebeu o quanto as soluções se relacionam com aquilo que havia falado lá atrás, nos primeiros parágrafos deste artigo?

É preciso uma visão geral da sua empresa! Não deixe que situações de fácil solução te deixem distante de seu sonho!

Conclusão:

Atente-se para sua gestão! Planeje, estude, faça análises baseadas em dados. Você se acha leigo no assunto? Não tenha medo de pedir ajuda! Profissionais como os contadores e consultores empresariais são braços direitos de empresário durante toda jornada! Um bom empreendedor tem como aliados os melhores profissionais!

Comece hoje mesmo a ter uma visão mais estratégica de seu negócio!

Gostou desse artigo? Fique ligado para o próximo! Na próxima semana te contarei sobre outra doença financeira que amedronta muitos empresários: O OVERTRADING.

Fonte: Nucont/Planconsul Contabilidade

717 mil empresas podem sair do Simples Nacional

Uma nota divulgada recentemente da Receita Federal informa que as Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) com débitos tributários estão sendo notificadas e devem ficar atentas para não serem excluídas de ofício do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devido pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) por motivo de inadimplência.

Segundo dados oficiais, foram notificados 716.948 devedores que respondem por dívidas que totalizam R$ 19,5 bilhões. Para evitar a exclusão as empresas terão o prazo de 30 dias para a regularização da totalidade dos débitos à vista, em parcelas ou por compensação, a contar da data de ciência do Atos Declaratórios Executivos (ADE).

As notificações foram disponibilizadas no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN), que notificaram os optantes pelo Simples Nacional de seus débitos previdenciários e não previdenciários com a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). “Muitos falam que é uma forma do Governo recuperar receitas, contudo, na lei do Simples já está prevista a exclusão dos devedores”, explica Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil.

Normalmente a Receita Federal concede o prazo de 30 (trinta) dias para o contribuinte apresentar impugnação (defesa), caso o débito esteja pago. Se nesse prazo o contribuinte não apresentar impugnação, a exclusão será definitiva. “A Confirp recomenda para as empresas do Simples Nacional que possuam débitos tributários (na Receita Federal, Estados ou Municípios), que procurem regularizar os débitos o mais breve possível, mesmo sem ser notificado, mediante o pagamento integral ou o parcelamento integral, para evitar a exclusão do regime”, explica Domingos.

Outros motivos para exclusão

Contudo, existem outras regras que podem ocasionar o desenquadramento das empresas, veja algumas situações listadas pela Confirp que podem estar ocorrendo e que merecem atenção redobrada.

A primeira e mais óbvia é quando se ultrapassa o limite do Simples Nacional, lembrando que o limite de receita bruta, para enquadramento no Simples Nacional, é de R$ 4.800.000,00/ano. Outras formas apontadas pela Confirp são:

  • Constituição da empresa por interposta pessoa;
    • Comercializar mercadorias objeto de contrabando ou descaminho;
    • Falta de emissão de documentos fiscais de venda ou prestação de serviços;
    • Constatação de que as despesas pagas no período superam em 20%(vinte por cento) os ingressos de recursos no mesmo, excluído apenas se for ano de início de atividade;
    • Se verificar que durante o ano-calendário o valor das aquisições de mercadorias para comercialização e/ou industrialização, com ressalvas apenas para os casos de estoques existentes, for superior a 80% (oitenta por cento) dos ingressos de recursos no mesmo período, excluindo para tal cálculo apenas o ano início de atividade;
    • Omitir de forma reiterada da folha de pagamento informações de trabalhadores avulsos ou contribuintes individuais que lhe prestem serviços.

Por : ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André

Programa de Estímulo à Conformidade Tributária e Classificação dos Contribuintes

Início da Classificação dos Contribuintes paulistas pelo Programa de Estímulo à Conformidade Tributária – “Nos Conformes”, instituído pela Lei Complementar nº 1.320/18

“Nos Conformes” Paulista

Programa de Estímulo à Conformidade Tributária e Classificação dos Contribuintes  

Iniciou-se a execução do Programa “Nos Conformes”, que visa construir um relacionamento de confiança entre os contribuintes e o fisco, mediante a concessão benefícios e simplificação de procedimentos aos contribuintes que estiverem em plena conformidade fiscal.

No último dia 17 de outubro, as respectivas classificações atribuídas pela Secretaria da Fazenda do Estado foram disponibilizadas àqueles contribuintes enquadrados no Regime Periódico de Apuração (RPA).

A classificação se dará através das aplicações das notas de “A+” a “E” de acordo, inicialmente, com 2 critérios:

  1. Obrigações pecuniárias tributárias vencidas e não pagas relativas ao ICMS; e
  2. Aderência entre escrituração ou declaração e os documentos fiscais emitidos ou recebidos pelo contribuinte.

Por meio do posto fiscal eletrônico, os contribuintes já podem verificar suas notas e uma breve explicação das justificativas individualizadas na sua composição. Caso haja discordância em razão da existência de erros materiais, é concedido o direito de correção da classificação.

Segundo informações da Secretaria da Fazenda Estadual, a implementação do programa será gradual, sendo que essa primeira fase se encerrará no dia 28.02.2019 e próximo ao seu fim haverá a publicação de nova resolução com instruções dos procedimentos seguintes.

Por: Maira Cristina Madeira e Luan Silva Rodrigues

Nota Orientativa 2018.09

Com a Resolução nº 05/2018, foi criado um terceiro grupo de empresas no Cronograma do eSocial, sendo que as empresas optantes pelos simples e as entidades sem fins lucrativos foram enquadradas em tal grupo, cuja obrigatoriedade do envio de eventos de tabelas foi definido para 10 de janeiro de 2019.

Ocorre que diversos empregadores já haviam transmitido seus eventos de tabela, seguindo o Cronograma anterior. Todavia, ontem (18/10/2018) foi publicada a Nota Orientativa 2018.09informando que as Empresas enquadradas no 3ª Grupo (Optantes pelo Simples e entidades sem fins lucrativos) que já entregaram a 1ª fase do eSocial nos meses de Julho e Agosto/2018 poderão a partir do dia 29/10/2018 enviar, alterar e excluir os eventos de Tabela.

Segundo a Nota Orientativa, essas empresas podem continuar de forma facultativa enviando, alterando ou excluindo esses eventos antes da nova obrigatoriedade, que iniciará em Janeiro de 2019. Porém, a data de início da obrigatoriedade para o 3º Grupo, considerada para qualquer efeito e regra do sistema do eSocial, permanecerá dia 10/01/2019.

O que isso quer dizer então?

Se você enviou empresas optantes pelo Simples e Entidades sem fins Lucrativos e precisar efetuar algum ajuste ou continuar enviando você poderá.

Será possível enviar a 2ª fase dessas empresas?

Não, de acordo com a Nota divulgada, estão inclusos apenas os eventos de Tabela, ou seja, as informações da Empresa. O inicio do envio de Informações dos Empregados continua sendo 10/04/2019.

Então, se você tentar enviar qualquer um dos Eventos Não Periódicos, o eSocial retornará com o erro 174, informando que “O evento somente será aceito após a data de início da obrigatoriedade do empregador ao eSocial”.

Pão com ovo: Porquê inovar, não precisa ser tão complicado.

Há poucos meses, entrei em um bistrô/padaria para tomar um café. Um modelo de negócios super comum, certo? ERRADO.

A primeira coisa que eu observei foi a simpatia e educação do funcionário que me atendeu logo na porta e me conduziu até a mesa, ao sentar ele se apresentou, assim como a empresa, me questionou se eu já conhecia a “casa”, se já havia participado do “brunch” deles e como era o meu café da manhã normalmente.

Em seguida, sugeriu um prato que se encaixava perfeitamente ao que eu desejava e disse que era um dos mais vendidos da casa: “você não vai se arrepender!”.

Dito e feito. O prato era simplesmente um pão com ovo, mas o melhor que eu já comi e servido de uma forma surpreendentemente deliciosa.

Outra coisa que me chamou a atenção nesse local foi a forma como o cardápio era feito: totalmente customizável.

Eu podia escolher o pão, os acompanhamentos, incluir uma salada de frutas, enfim o meu café da manhã ficou exatamente ao meu gosto. A apresentação de todos os itens foi pensada com carinho e era perceptível.

Do potinho de requeijão à cestinha do pão. Perceba aqui que não estou falando de nada requintado, mas tudo extremamente bem pensado para que o cliente se sentisse bem cuidado.

E foi aí que pensei: que empresa inovadora!

Transformaram a minha experiência de um “simples café da manhã” em um “delicioso café da manhã”.

Porque inovar não precisa ser complicado, não precisa necessariamente envolver tecnologias, robôs, uma grande invenção ou ter a mente de um gênio como Steve Jobs.

Quando se pensa em negócios inovadores logo vêm à mente UBER, AirBnb, Spotify… ok! São mesmo modelos incríveis de disrupção, mas você não precisa revolucionar o mundo (sempre), você pode começar apenas olhando para dentro do seu próprio negócio, identificar seus pontos fortes e fracos, ouvir seus clientes e conhecê-los, acompanhar o desenvolvimento de todo o setor em que se está inserido.


Afinal desde a inovação mais sofisticada e revolucionária, até a mais simplista possível, a essência é a mesma: pensar soluções e experiências que atendam as expectativas dos seus consumidores.

“Mas por que inovar é tão importante? Eu sempre fiz assim e deu certo”. 


Pode ser, mas você tem que pensar que no mundo dinâmico e ávido por novidades em que vivemos hoje a sua empresa precisa estar atenta às tendências de mercado para que se mantenha atraente e sustentável ao longo do tempo e nesse futuro que já está tão próximo.

E se NÃO for pelo dinamismo do mercado, pense em como você pode reatribuir valor ao serviço e/ou produto que você possui. É tornar a sua empresa a inovação do mercado.

Você pode inovar na criação de produtos, na forma de entregá-los, como apresentá-los. 
Pode inovar na produtividade entregando maior agilidade. 
Pode surpreender criando uma nova metodologia para atender os seus clientes. 
Pode investir em tecnologia e ter dados para mais análises que te deixarão mais assertivo. 
Pode promover ações sustentáveis para eliminar o impacto ambiental da sua empresa. 
Pode criar uma campanha que gere engajamento dos seus clientes… 
Enfim, são infinitas as possibilidades.

Ações inovadoras aumentam a sua competitividade, fidelizam clientes, atraem novos clientes… ou vocês não ficaram com vontade de saber onde foi que eu comi esse pão com ovo?

Fazer o simples ser complicado é fácil. Fazer o complicado ser simples é criatividade. 

E o que você tem feito para inovar o seu negócio? Que tal começar pelo básico? Simplifique: faça o seu pão com ovo bem feito.

Por Vanessa Marconi 

Empreendedora & Gestora

Tenho lucro, mas não tenho caixa?

Por Gabriel Gandra do nucont.com

 

Imagino – com 99,99% de certeza – de que um dia, você fazendo as suas contas, ou em uma reunião com o responsável financeiro, com o seu contador, chegou-se a conclusão de que sua empresa estava dando lucro.

E aí, obviamente, você pensou: que ótimo! Estou no caminho certo!!

Provavelmente, pensou ainda de que agora poderia investir na melhoria do maquinário, fazer uma reforma no escritório, investir em um fundo de renda fixa ou até mesmo adiantar parcelamentos e/ou empréstimos existentes.

No entanto, na hora que você vai olhar no seu caixa, não há dinheiro disponível (caixa da empresa somado ao valor nos bancos).

E agora? Erro nos cálculos? Será que se esqueceu de alguma informação?

Esses problemas podem sim acontecer (você não está enganado em questionar)!

Mas, em muitos casos, esses dados não estão errados e o objetivo é entender o que está acontecendo!

 

Afinal, o que isso significa?

 

Ao evidenciarmos um lucro, mas não sermos capazes de vê-lo disponível significa que, sob a perspectiva do Regime de Competência*, o recebimento do pagamento dos seus clientes ainda não foi feito.

*Regime de Competência é quando as receitas e despesas são contabilizadas no momento em que acontecem, independentemente de pagamento ou recebimento.

Já o Regime de Caixa é no momento do recebimento em si, evidenciando diretamente o caixa atual da empresa.

Um exemplo: Você vende produtos eletroeletrônicos e há a possibilidade da venda à prazo (parcelamento). E você vendeu 05 produtos no mês de agosto parcelados em 06x.

Sob o Regime de Competência, o valor integral desses produtos já foi contabilizado e portanto, o lucro poderá ser evidenciado, sendo este, o lucro contábil.

Porém, esse lucro ainda não é uma realidade dentro do seu caixa, porque o dinheiro referente às essas vendas, ainda não foi recebido de fato.

Ou seja, temos um conflito de informação.

Sob uma perspectiva, o lucro é uma realidade (e não é uma mentira) e sob outra, olhando para a sua realidade – no que tange à existência desse lucro na sua conta bancária ou caixa da empresa – não é.

No entanto, o seu problema não está na perspectiva, mas sim, o que esse cenário causa no seus planejamentos e problemas cotidianos.

Analisando o problema a fundo

Antes de entrar mais a fundo nesse assunto, vamos entender mais como isso acontece.

Ao praticar vendas à prazo para os seus clientes, você demorará mais para receber o capital referente ao produto vendido/ serviço prestado.

Por consequência, caso a sua compra com os fornecedores seja feita antes do recebimento, precisará de capital para financiar a operação da sua empresa.

E ao fazer isso, corremos o risco de iniciarmos um ciclo vicioso.

Que começa com a não existência de capital para que o fluxo de operações ocorra. E termina com a busca por empréstimos e parcelamentos com juros altos, tendo a tendência ao endividamento e/ou dependência total desse capital externo.

Um outro cenário possível está relacionado com o elevado estoque.

Se a companhia possuir um elevado estoque – acima do consumível pela operação – evidencia que os caixas foram pressionados para a aquisição das mercadorias.

Ou seja, dinheiro foi retirado – em excesso – para a compra desse estoque.

E, mais uma vez, ainda que tais mercadorias sejam consumidas, ao longo do tempo, e portanto desconfigure esse cenário, a empresa durante certo tempo possuíra lucro, sem possuir caixa disponível.

Em ambos os casos, falamos da importância do alinhamento dos prazos médios para a sua empresa: Prazo Médio de Pagamento(PMP), Prazo Médio de Recebimento(PMR), Prazo Médio de Estocagem(PME).

Eles são fundamentais para que a firma não passe por complicações na sua operação, para que tenha lucro contábil e tenha caixa o suficiente para cumprir a sua operação e que tenha reserva de emergência para os problemas cotidianos.

 

Para entender melhor sobre esses prazos, temos um outro artigo que fala exatamente sobre eles: http://blog.nucont.com/prazos-medios-ciclos-e-capital-de-giro/

Conclusão

Esses efeitos são reversíveis.

A pressão em mudar esse cenário no próximo mês pode fazer com que você tome algumas medidas desesperadoras que irão penas alastrar o problema, portanto, cautela.

O mais sensato a ser feito é compreender qual é a sua realidade e como esse cenário tem ocorrido na tua empresa.

De modo que a causa-raiz seja o foco das tuas ações e não a remediação.

Remediar é, em muitos casos, não sair do lugar!

E feito isso, montar uma estratégia de modo que a sua operação ocorra sem prejudicar a sua saúde financeira.

Negociar prazos com fornecedores, acordar novos com os clientes, dar condições especiais para o pagamento à vista, como descontos e/ou outras formas de pagamento. Além de observar as compras de estoque, todas estas são ações que podem lhe auxiliar a sair desse ciclo!

Não podemos esquecer de que você pode sempre contar também com o auxílio de pessoas que podem lhe ajudar a compreender mais esses dados e lhe direcionar rumo ao sucesso: seu contador!

A Sonegação na visão do Empresário

Quem nunca ouviu falar da omissão de informações ou o não pagamento de impostos como uma estratégia de sobrevivência?

Desde que entramos no mundo empresarial, presenciamos essas ideias em reuniões formais ou em conversas de “boteco” sobre como não é possível manter uma empresa tendo o governo como sócio.

Falando claramente, todas estas conversas nos levam apenas a uma só situação: a sonegação.

Mas antes que você desista de ler acreditando que irei falar mais do mesmo, eu não vou.

Para começar eu não sou contador, sou empresário. E assim como você, sei, por vivência – assistida e própria – que não é esse o caminho.

Existem muitos artigos que tratam das consequências legais desta prática e como a empresa, e em certas circunstâncias, os próprios empresários podem ser responsabilizados.

Porém, esse não é o objetivo deste texto.

Escrevi esses parágrafos para tentar alertar os empresários e gestores de que a sonegação de impostos não pode ser usada como uma estratégia empresarial para a perpetuação do negócio.

É preciso entender que essa manobra quando executada de forma sistemática, deve ser encarada, não como uma expertise, mas sim como um sinal de graves problemas de gestão. 

Não é possível financiar uma operação por meio da sonegação.

É muito comum no meio empresarial as reclamações contra a elevada carga tributária cobrada pelo Governo e o seu uso como muleta para justificar o não pagamento dos tributos.

Realmente, temos um sistema fiscal complicado e injusto, que custa muito caro ao empresário.

Imposto é um “mal” necessário em um jogo democrático.

É a principal fonte de renda dos Governos para serem aplicados no pagamento dos gastos correntes e nos serviços essenciais à população.

Claro que todos sabemos dos problemas existentes na forma de gerenciar recursos públicos no Brasil: falta de ética, de preparo, enfim, é um show de horrores.

Porém, se engana quem pensa que sonegar é a forma mais assertiva ou inteligente do empresário “protestar” contra essas distorções.

A partir do momento que abrimos uma empresa em determinado mercado, “concordamos” com as regras do jogo.

Por isso é necessário entender as ameaças e oportunidades de onde queremos jogar.

Evoluir de um Empresário para um Gestor de Resultados é essencial. Como não é fácil mudar as regras do jogo, é urgente se preparar para jogar. Afinal o Brasil não é para amadores!

O planejamento tributário, a correta precificação, o aumento de produtividade, gestão dos custos, enfim, o conhecimento deve ser seu verdadeiro aliado na estratégia empresarial.

Aprender é sinônimo de mudança e evolução. Lembre-se, uma empresa só cresce até onde o conhecimento do gestor permite!

Infelizmente, a maioria dos empresários prefere olhar para fora da janela para culpar tudo e a todos por seus problemas e fracassos.

Olhar para dentro e entender suas fraquezas é muito doloroso.

Agora, estamos falando aqui da sonegação como forma de alcançar resultados e não como uma atitude pontual em um momento delicado ou mesmo por um fornecimento incorreto de informações devido às complicações do Fisco.

São ações diferentes.

Já que a maioria dos negócios do país são pequenas empresas familiares, geridas por pessoas sem a devida preparação gerencial, é de certa forma esperado que isso aconteça até com certa frequência.

Se a maioria não possui nem mesmo o básico como um fluxo de caixa implantado, o que dirá o controle fiscal e um planejamento tributário.

Como resultado, vemos a banalização dos programas de refinanciamento de impostos (REFIS).

Programas que inicialmente foram criados no intuito de ajudar tanto as empresas como o Governo em situações excepcionais.

Conheço empresas com inscrição em diversos programas deste e que mesmo assim, continuam se arrastando com resultados medíocres. 

Será mesmo culpa dos impostos o fato de 40% das pequenas empresas fecharem as portas antes de completarem dois anos de existência?

Toda empresa deveria buscar o lucro por meio das ferramentas de gestão e não em atalhos e artimanhas.

Lucro e responsabilidade social não podem ser objetivos excludentes.

Fazer a diferença no meio em que se está inserido, melhorando de alguma forma a vida das pessoas que dela dependem ou tem relação, deveria ser um dos pilares da gestão de qualquer empresa.

Por fim, gostaria de dizer que ao longo da minha experiência como Gestor e Empresário não vi qualquer empresa, principalmente pequena, conseguir sustentar essa estratégia por muito tempo.

Pelo contrário, em algum momento a conta foi cobrada e os efeitos foram devastadores.

Os custos de financiamento por meio da sonegação são altíssimos e, dificilmente, compensam no médio prazo.

Sonegar como estratégia empresarial é um caminho arriscado e sem futuro.

Definitivamente, um dia a casa cai!